Estudante cabo-verdiana suicida-se na Bolívia

O corpo da jovem, de 26 anos foi encontrada sem vida na sua residência, e de acordo com a autópsia, a causa da morte é o suicídio por ingestão de produto químico.

STJ reduz pena de 25 anos para homem que assassinou a namorada

O Supremo Tribunal de Justiça reduziu a pena de 25 anos de prisão aplicada ao cidadão Adilson da Luz pelo assassinato da namorada, Nádia Aleixo.

Gatunos encapuçados assaltam loja e atacam funcionária com coronhadas de pistola na cabeça

A Polícia Nacional deteve um dos gatunos, que é reincidente na matéria de roubo e por ora regressou a prisão.

Jovem de Cruz João Évora baleado com boca bedjo no braço direito e nas nádegas

Durante uma rixa entre dois grupos, um jovem foi baleado, cujo disparo foi efectuado com uma pistola “boca bedjo”.

Ex agente da Polícia Nacional condenado a 12 anos e oito meses de prisão por matar o marido da enteada

Acusado de um crime de homicídio agravado, o juiz analisou os factos que culminaram no homicídio e fez a atenuação da pena.

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Mulher fica proibida de contactar ex companheiro por suspeita de agressões durante 3 anos


Uma cidadã de 29 anos foi detida pela Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal do Sal – DICS, por suspeitas da prática de vários crimes de Violência Baseada no Género. A suposta agressora, residente na Cidade de Espargos é acusada de agredir o ex-companheiro desde 2016. Por decisão judicial, a mulher ficou em liberdade, mas, está proibida de contactar a vítima.




De acordo com uma nota da PJ, nos Espargos, foi detido ainda, um homem de 55 anos sob acusação de vários crimes de VBG. O arguido é suspeito de agredir a sua ex companheira de forma continuada e agravada desde do ano 2014.

Nesta senda de detenções que ocorreram nos dias 04 e 05 de Abril, o DICS deteve um indivíduo do sexo masculino, de 37 anos, residente na localidade de Chã de Fraqueza, por suspeitas de ter abusado sexualmente de uma criança de quatros anos, crime ocorrido no final do ano passado. A criança e o agressor moravam no mesmo edifício, mas em quartos diferentes.

De realçar que todos os três detidos foram presentes às autoridades judiciárias competentes, na sexta-feira, 05, para efeito dos primeiros interrogatórios de arguidos detidos e aplicação de medidas de coação pessoal, tendo sido aplicado, a todos eles, TIR, Apresentação Periódica, Interdição de Saída e Proibição de contato com as vítimas.


quinta-feira, 14 de março de 2019

Tribunal coloca em liberdade suspeito de violar neto de 10 anos


O Tribunal da Comarca de São Vicente mandou libertar sob Termo de Identidade e Residência (TIR) e apresentação periódica as autoridades policiais, um homem de 61 anos, suspeito agressão sexual com penetração de uma criança de 10 anos na zona de Ribeira de Craquinha.


De acordo com uma nota da Polícia Judiciária, o Departamento de Investigação Criminal do Mindelo (DICM) – Brigada de Crimes Contra Pessoas, deteve nesta quinta-feira, 14, fora de flagrante delito, o indivíduo, suspeito da prática de cinco crimes agravados de agressão sexual com penetração.

A vítima é um rapaz de 10 anos, que vinha sendo abusado sexualmente, desde os oito anos, pelo suposto agressor, seu avô, com quem vive.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Assalto ao BCN – MAI expulsa Flávio Rocha da PN


O Ministério da Administração Interna aplicou a pena de demissão ao agente da 2ª classe, Flávio Rocha, efectivo do Comando Regional da Boa Vista. Flávio Rocha foi expulso da Polícia Nacional na sequência da sua participação no caso de assalto à mão armada a agência do BCN em Sal Rei, que culminou na sua condenação a uma pena de 12 anos de prisão.



Depois de conhecer no dia 30 de Outubro de 2018, a sentença do Tribunal da Comarca da Boa Vista por participação do assalto  a agência do Banco Cabo-verdiano de Negócios (BCN), o arguido Flávio Rocha conhece agora o despacho final do processo disciplinar que o Ministério da Administração Interna mandou instaura-lo na sequência da sua detenção.  
Perante os factos apurados em sede de instrução, que apontaram a participação de Flávio Rocha no caso, bem como a sua acção de furtar a arma de guerra alto calibre, uma AKM pertencente Comando Regional da Boa Vista, e de entregá-la aos comparsas que a posteriori utilizaram a mesma no assalto, e a própria condenação judicial, o MAI, ao abrigo do Regulamento Disciplinar do Pessoal da Polícia Nacional mandou expulsar o policial de 27 anos da Corporação da PN, cuja decisão final foi oficializada no Boletim Oficial, II Série, de 5 de Março de 2019.


Crime
De recordar que no passado dia 29 de Dezembro de 2017, Flávio Rocha, então agente da Polícia Nacional na Boa Vista, e mais cinco comparsas assaltaram à mão armada a agência do BCN em Sal-Rei, que resultou no roubo de mais de mil contos em escudos cabo-verdianos e cerca de 350 mil euros, além de vários documentos, cartões de banco e outros objectos.
Condenação
O caso denominado de “ A Missão” levou a condenação de Flávio a uma pena de 12 anos de prisão pela prática do crime de roubo com violência contra pessoas agravado, crime de furto qualificado, um crime de roubo com violência sobre coisa agravada, furto de veículo, crime de disparo de arma de fogo, dois crimes de armas (branca e de fogo), uso não autorizado de veículo.
Fredson da Cruz tido como o mentor do crime foi condenado a 16 anos de prisão e Adilson Rocha (Ady), Evinir de Pina (Player) cumprirão uma pena de doze anos. Relativamente ao quinto envolvido, Hianique Ramos dos Santos, advogado-estagiário e Deputado Municipal, cuja suposta participação no crime foi denunciada durante o julgamento estava  a aguardar a conclusão do processo em prisão preventiva.

Recurso

Porém depois de interpor recurso junto do Tribunal de Relação de Barlavento, Hianique foi solto e vai aguardar o desfecho do seu julgamento em liberdade.




segunda-feira, 4 de março de 2019

Homícidio na Ilha do Sal leva suspeito à prisão reventiva


O Tribunal da Comarca do Sal aplicou a prisão preventiva a um cidadão de 32 anos, suspeito de matar um homem na Ilha do Sal. Detido pela Polícia do Sal, o arguido vai aguardar o desfecho do caso na cadeia, na medida que os indícios apontam para a prática de um crime de homicídio.


De acordo com a PJ, através do Departamento de Investigação Criminal do Sal (DICS), deteve, no sábado, 02, fora de flagrante delito, na localidade de Chã de Matias, um indivíduo do sexo masculino, de 32 anos, suspeitos da prática de um crime de homicídio, na sua forma consumada.

O crime ocorreu na sequência de um desentendimento entre o suposto agressor e a vítima, no interior de um bar, na noite de sexta-feira, 01. O detido foi presente ao Tribunal da Comarca do Sal, no domingo, 03, que lhe aplicou como medida de coação Prisão Preventiva.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Prisão preventiva para cidadão detido na posse de 1,75 kg de cocaína no aeroporto de São Vicente


A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal do Mindelo (DICM) – Brigada de Tráfico de Estupefacientes e Criminalidade Organizada –, na sequência das diligências de prevenção e combate ao tráfico de estupefacientes, deteve, no domingo, 24, em flagrante delito, no Aeroporto Internacional Cesária Évora, um indivíduo do sexo masculino, de 29 anos, que fazia a trajectória São Paulo/Lisboa/São Vicente, por crime de tráfico de drogas.



O indivíduo em causa foi encontrado na posse de duas malas, uma das quais trazia dois pacotes dissimulados num fundo falso e que continham nos seus interiores um pó de cor branca que, submetido a teste rápido, reagiu positivamente para Cocaína, acusando o peso bruto de mil setecentos e cinquenta gramas (1.750grs.)

O detido foi presente, na terça-feira, 26, ao Tribunal da Comarca de São Vicente, que lhe aplicou como medida de coação pessoal a Prisão Preventiva.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Prisão preventiva para gatunos suspeitos de 12 assaltos à mão armada


Uma série de assaltos à mão armada custou caro a um grupo de meliantes que actuavam em vários bairros da Ilha de São Vicente. Detidos pela Polícia Judiciária, e dada a gravidade dos factos, quatro jovens foram encaminhados para a Cadeia Central pelo Tribunal em regime de prisão preventiva.



Os casos remontam ao mês de Dezembro de 2018 e sucederam-se nas zonas de Fonte Francês, Monte Sossego, Ribeira Bote e Bela Vista. De acordo com o Departamento de Investigação Criminal da PJ na cidade do Mindelo, os quatro jovens, do sexo masculino, com idades compreendidas entre 20 e 24 anos, foram detidos mediante mandado judicial por suspeitas da prática de 12 crimes de roubo e dez crimes de arma.

Na sequência dos crimes foram subtraídos das vítimas vários objectos electrónicos, como telemóveis e tablet, e demais artigos pessoais (bicicleta, relógios, colares, rádio, colunas, roupas), bem como algumas quantias em dinheiro. Alguns dos objectos já foram recuperados pela Polícia Judiciária e entregues aos respectivos donos.  

Os detidos fazem parte de um grupo de indivíduos que actuava com muita violência, sendo, também, responsável por um assalto a mão armada no posto da Shell da rotunda da As operações de localização e detenção contaram com a colaboração da Polícia Nacional, através da esquadra de Fonte Inês. Ribeira Bote, em São Vicente.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Prisão preventiva para jovem suspeito da prática de 18 crimes de roubo


O Tribunal da Comarca de São Vicente continua a ter tolerância zero para com os indivíduos que insistem em ser amigo das coisas alheias. A Polícia Judiciária não dá tréguas aos assaltantes. Por sua vez, o Juízo Crime quando se apercebe que estes constituem perigo para a sociedade, aplica a medida de coacção mais gravosa, a prisão preventiva. Desta feita, um jovem da zona de Ribeira de Craquinha está detido Cadeia Central de São Vicente.


O Radar News Online apurou que a Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal do Mindelo deteve fora de flagrante delito, sete indivíduos, com idades compreendidas entre 18 e 22 anos, residentes na localidade de Ribeira de Craquinha, por suspeitas da prática de 18 crimes de roubo.
Segundo a PJ, na sequência dos crimes, cometidos entre 2017 e 2018, na zona de Chã de Marinha, foram subtraídos das vítimas vários artigos domésticos, objectos electrónicos, como computadores portáteis, tablet’s e telemóveis, bem como avultados valores monetários. Os objectos já foram quase todos recuperados pela Polícia Judiciária e entregues aos respectivos donos. Os suspeitos fazem parte de um grupo de indivíduos que vinham sendo investigados desde 2017, pela prática de roubos e assaltos na referida zonas.
Perante os factos os detidos foram presentes, esta terça-feira, 12, ao Tribunal da Comarca de São Vicente, para efeito do primeiro interrogatório judicial de arguidos detidos e aplicação de medidas de coação, tendo sido aplicado prisão preventiva a um jovem tido como o principal autor dos crimes que levaram a detenção do grupo. Quanto aos restantes comparsas foi-lhes aplicado Termo de Identidade e Residência e apresentação periódica as autoridades policiais.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Prisão preventiva para cidadão detido na posse de 70,6 kg de cannabis


A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal do Sal, DICS, deteve, na quinta-feira, 07 de Fevereiro, em flagrante delito um indivíduo do sexo masculino, de 28 anos de idade, na posse de 70, 620 kg (Setenta quilos, 620 gramas de CANNABIS). A detenção ocorreu no Porto da Palmeira, na ilha do Sal.


O indivíduo, que foi detido na sequência de uma ação preventiva e de rotina de controlo de passageiros provenientes da ilha de Santiago, trazia os produtos repartidos em vários sacos de nylon, nos quais, transportava, também, batata “inglesa”.

No decurso de uma busca domiciliária, foram encontrados e apreendidos na residência do referido individuo, que vinha sendo investigado pelo DICS há já algum tempo, mais 230 gramas do mesmo produto.

O detido foi presente, no sábado, 09, ao Tribunal da Comarca do Sal, que lhe sujeitou a medida de Coação Prisão Preventiva.

Ainda na mesma operação decorrida no Porto da Palmeira, foi apreendida uma bagagem contendo outros 5, 970 Kg (cinco quilos, novecentos e setenta gramas) de CANNABIS, abandonada por algum passageiro, que terá percebido da presença dos inspetores da PJ no local.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Prisão preventiva para homem suspeito de violação à um jovem

O Tribunal da Comarca do Sal aplicou a prisão preventiva, como medida de coacção a um cidadão de 26 anos, suspeito de agredir sexualmente um jovem do sexo masculino na Cidade de Santa Maria.


A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal do Sal – DICS deteve, esta quarta-feira, 06, fora de flagrante delito, na cidade de Santa Maria, um individuo do sexo masculino, de 26 anos, suspeito da prática de um crime de Agressão Sexual, com penetração, na sua forma consumada. 

A vítima, um indivíduo do sexo masculino, de 19 anos, foi agredido em novembro do ano passado.     

O detido foi presente, ainda esta quarta-feira, ao Tribunal da Comarca do Sal, que lhe aplicou a medida de coação Prisão Preventiva.   

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Segurança reforçada para arguidos do caso Perla Negra acusados de de tráfico de droga

Segundo as testemunhas da acusação “em Julho 2014, a PJ recebeu informações de que os arguidos se preparavam para receber um carregamento de droga do Brasil num veleiro de nome Epinício. No dia 15 Outubro, os espanhóis Carlos Ortega e Juan Fernández a bordo do veleiro saíram de Salvador da Baía rumo a Cabo Verde. Volvidos oito dias, José e Patrick deixaram o Brasil seguindo de avião para a Ilha de São Vicente. Enquanto Ariel e Xand Badiu faziam as suas diligências no país inclusivo com contactos um tal Olívio Freire”.

Video


 

Perla Negra: PJ e Ministério Público tentam provar que arguidos são traficantes de droga


Durante o julgamento, os inspectores da PJ que participaram do caso afirmaram que com instruções da Direcção Nacional fizeram uma excelente investigação que culminou na detenção de seis pessoas e na apreensão de 521kgs de cocaína.


Os elementos da Brigada de Investigação de Tráfico de Droga e Crime Organizado do Departamento Criminal da Polícia Judiciária de São Vicente revelaram ao Juiz Antero Tavares que no mês de Julho iniciaram as averiguações na sequência de uma denúncia que os arguidos, José Prats, Alexandre “Xand Badiu” Borges, Carlos Ortega, Juan Fernandez, Ariel Benitez e Patrick Komarow estavam a engendrar um esquema para fazer chegar a Cabo Verde um carregamento de droga.

Segundo as testemunhas da acusação “em Julho 2014, a PJ recebeu informações de que os arguidos se preparavam para receber um carregamento de droga do Brasil num veleiro de nome Epinício. No dia 15 Outubro, os espanhóis Carlos Ortega e Juan Fernández a bordo do veleiro saíram de Salvador da Baía rumo a Cabo Verde. Volvidos oito dias, José e Patrick deixaram o Brasil seguindo de avião para a Ilha de São Vicente. Enquanto Ariel e Xand Badiu faziam as suas diligências no país inclusivo com contactos um tal Olívio Freire”. 

Investigação

Os inspectores da PJ revelaram que durante a investigação o caso “Perla Negra” recebeu esse código por se tratar do nome de um bar na Praça Nova, Ilha de São Vicente onde os arguidos se reuniam durante o processo de preparação do transbordo da droga. Mas, asseguram que estes também chegaram de se encontrar no bar Monte Cara em Lazareto e na Marina do Mindelo, e em algumas áreas do centro da Cidade.

“Os quatro arguidos estando na Ilha de São Vicente durante o mês de Novembro 2014 se encontrarem a fim de realizarem diligências e consequente transbordo da droga que veio a acontecer na noite dia 5 Novembro, quando Juan e Carlos chegaram a ilha com o carregamento de droga a bordo do veleiro Epinício”.  

Detenção

Nessa noite por volta das 22h40 conforme as testemunhas as equipas de patrulha de PJ posicionaram na zona de Salamansa e arredores. O espanhol José Prats Vilallonga foi o primeiro a deixar o local do transbordo e no caminho de regresso a cidade foi detido e na sua posse tinha uma pistola 6.35, telemóveis e documentos.

Às 23h05 as duas viaturas que faziam o transporte da droga anexada em 19 bolsas saíram da zona de Salamansa. Volvidos cinco minutos os ocupantes foram apanhados de surpresa numa emboscada montada pela PJ. Ariel Benitez e Patrick Komarow foram detidos e na viatura onde seguiam foram encontrados três bolsas com 72 pacotes contendo cocaína pura. E, o empresário “Xand Badiu” trazia as restantes bolsas que continham 400 pacotes. Por sua vez, os tripulantes do veleiro seguiram de Salamansa na embarcação e às 00h50 foram detidos após atracarem na Marina do Mindelo.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Ladrão de carros condenado a quatro anos de prisão

Hélder Ramos, conhecido por Mingá foi condenado a uma pena de quatro anos de prisão pela prática de cinco crimes. O jovem de 19 anos foi condenado pela prática dos crimes de furto de veículo, uso não autorizado de viatura, condução sem habilitação legal e crime de resistência à autoridade e evasão. De realçar que o arguido é reincidente no crime de furto de veículo, pelo que há um ano tinha deixado a prisão depois de cumprir uma pena de três anos de reclusão.


O Primeiro Juízo Crime da Comarca de São Vicente proferiu a leitura do processo-crime que acusava o arguido Hélder Ramos de cometer quatro crimes na noite do dia 6 Outubro 2014. De acordo com as provas recolhidas pelo Tribunal, o jovem munido de um ferro-de-unha abriu a porta de uma viatura na zona de Chã D´Cricket e em seguida furtou-a.

Sem habilitação legal para conduzir, Mingá passou a fazer o uso indevido desse veículo dando várias voltas na companhia de outros indivíduos pela Ilha de São Vicente. Porém na rotunda em frente a clínica Urgimed embateu contra uma viatura da Polícia Nacional que realizava patrulha na cidade do Mindelo.

Detido pela Polícia Nacional, Hélder Ramos foi entregue ao Ministério Público e foi colocado numa cela do Tribunal da Comarca de São Vicente para aguardar o despacho do Ministério Público. Mas com recurso a uma chave falsa, o indivíduo abriu a porta da cela e fugiu sem deixar rastos.

Volvidos vários dias de buscas, o Indivíduo foi detido pela Polícia e encaminhado para Cadeia Central onde aguardava o desfecho do caso. Findo o processo, o juiz considerou que Mingá furtou uma viatura, conduziu sem ter carta de condução e sem autorização do proprietário, além de ter fugido da cela onde estava preso a aguardar a medida de coacção pessoal e por resistir aquando da sua detenção.



quarta-feira, 10 de junho de 2015

Acusado de agressão sexual: alguém quer tramar Pastor Tony Pinto?

O Pastor da Igreja Evangélica Baptista em São Vicente, António “Tony” Pinto desde da primeira hora refutou as acusações que lhe imputa o crime de agressão sexual. Tony Pinto foi para a prisão preventiva indiciado de agredir sexualmente uma adolescente ligada a instituição, e sempre negou a prática de qualquer crime. Agora está em liberdade porque o exame ginecológico revelou que a suposta é virgem. A confirmar a sua inocência por parte do Tribunal, pergunta-se quem quer tramar o Pastor?


Durante o interrogatório pelo juiz de instrução criminal, o Pastor da Igreja Evangélica Baptista em São Vicente defendeu a sua inocência, de que nunca aliciou a adolescente de 15 anos com filmes pornográficos e que abusou sexualmente dela. Mas, os indícios apontados no processo de averiguações levaram o Tribunal a aplicar a medida de coacção mais gravosa, a prisão preventiva ao cidadão.

António “Tony” Pinto esteve três meses detido na Cadeia Central de São Vicente, desde 11 Março. Porém um exame ginecológico feito a suposta vítima no dia 13 Maio, cuja resposta chegou agora as mãos do Juízo Crime revelou que a adolescente é virgem. Perante os factos para cumprir a lei, diante de um exame médico que aponta que não houve crime de agressão sexual, o Tribunal restitui à liberdade ao cidadão para que este aguarde a tramitação do processo-crime e o desfecho do caso, que ganha novos episódios.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

BAC desmantela quadrilha de mulheres que aplicava o "boa noite cinderela" na Cidade da Praia

Ontem, dia 28 Maio, por volta de uma da madrugada,a BAC-PRAIA,acreditem foi desmantelada uma quadrilha de assaltantes,liderado por grupo de mulheres com residência em Vila-nova, Cidade da Praia. Estas tinham como finalidade ludibriar homens e de seguida aplicavam-lhes (boa noite cinderela ). As três mulheres e um indivíduo de sexo masculino foram detidos em flagrante delito depois de assaltarem a casa de um cidadão. 


Segundo a BAC "aconteceu que nesse dia no período de manhã,uma das integrantes acompanhada das duas parceiras foram ao sucupira e adquiriram um antibiótico para o sono bem forte. Com o produto em mão foram para a residência de um cidadão da costa africana a noite, acompanhadas da suposta namorada,que também fazia parte do grupo,estando ali o bando no interior da residência, preparam uns drinks para os quatro. Mas, só que no copo cidadão da costa africana colocaram o antibiótico citado,e minutos depois o gajo apanhou um sono daqueles,e estando apagado as assaltantes tomaram a conta da da dita residência".

As meliantes arrumaram todos os pertences do cidadão ,e accionaram os restantes membros constituídos por quatros rapazes,para avançar com a viatura para que a residência fosse esvaziada toda. Mas, se deram mal, uma vez que o bando estava sendo monitorizado pela equipa da BAC-PRAIA, a alguns meses,e de frisar foram detidos em Flagrante delito três raparigas e um rapaz, mais quatro andam a monte.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Assalto a loja do Inforusado culminou no roubo de tablets e diversos equipamentos

Foi assaltado mais um espaço comercial na Ilha de São Vicente. Trata-se do Inforusado, uma loja de venda de equipamentos informáticos e centro de cópias, situado junto ao Liceu Ludgero Lima na zona de Chã de Cemitério. Quem perpetrou o assalto levou computadores, tablets, entre outros equipamentos de valor avultado, e de destacar que esse roubo acarretou avultados prejuízos para a empresa. 


O Radar News Online apurou que o assalto ocorreu na madrugada de segunda-feira, 13 Abril. Segundo informações, "quem assaltou a loja  do Inforusado entrou por uma varanda do primeiro andar do prédio onde funciona este espaço de de venda de equipamentos informáticos e centro de cópias. Arrombou uma porta e depois foi ao rés-de-chão, nessa área entrou na loja do Inforusado roubou três portáteis, oito tablets, pen-drives, cartões de memória, escutas, de entre outros equipamentos de valor avultado".

O Departamento de Investigação Criminal da Polícia Judiciária no Mindelo foi accionado para fazer o registo da ocorrência. E, neste momento tem em curso uma investigação criminal para apurar os factos que resultaram no assalto, bem como deter quem assaltou a loja, ainda fazer a recuperação dos equipamentos roubados e levar o caso as instâncias judiciais para que tomem as medidas previstas na lei.

Com base no registo de mais este assalto na Ilha de São Vicente, um cidadão que pede anonimato assegura que "não sei onde pára esta onda de assaltos e violência. Mas, a verdade é que vi São Vicente com outros olhos, se o tanto que dizem que a ilha é terra de alegria , e se esse estado  é estar sempre com receio, não vejo muita sabura nisso".

segunda-feira, 23 de março de 2015

Homem que matou ex companheira à facada condenado a 18 anos de prisão

O Tribunal de São Vicente com base nas provas recolhidas em sede de julgamento decidiu condenar o cidadão, Dionísio dos Santos a 18 anos de prisão pelo assassinato da ex companheira, Alcione da Luz. Movido por ciúmes, Dionísio matou a jovem de 24 anos com golpes de faca na localidade de Vila Nova, Ilha de São Vicente. Acusado de homicídio agravado, o homem viu o juiz agravar-lhe a pena por prática de crime de VBG, e ainda terá que pagar uma indemnização de 1000 contos a família da vítima.


O caso ocorreu no dia 1 Março 2014 por volta das 23 horas na zona de Vila Nova. Dionísio dos Santos matou Alcione com três golpes de uma faca com cerca de 30 cm, sendo duas nas costas e no braço esquerdo. A vítima sofreu uma lesão grave nos pulmões causada por uma das facadas que sofreu nas costas, e devido às hemorragias, veio a falecer por excessiva perda de sangue.

A jovem de 24 anos pôs termo a relação de 7 anos que manteve com Dionísio, pois era um relacionamento instável, apesar de terem dois filhos. O arguido agredia frequentemente Alcione da Luz, e o assassinato desta jovem ocorreu duas semanas após o fim da relação.

A vítima abandonou a residência onde vivia o casal, porém estava a ser perseguida pelo ex companheiro. No dia 1 Março, Dionísio foi a casa de Alcione em Vila Nova para conversarem, mas esta não atendeu ao pedido do ex que se encontrava exaltado, segundo as testemunhas que depuseram em Tribunal.

“Muito exaltado, Dionísio insistiu em bater à porta da casa da ex companheira e insultou algumas pessoas. Para pôr cobro a essa situação, Alcione chamou a Polícia e o indivíduo acabou por fugir do local. Esta por sua vez acompanhada de um amigo foi ao encontro da Polícia à beira da estrada, na medida que o acesso a sua habitação era muito difícil”.

No caminho, o arguido seguiu-os e  agrediu a vítima esbofeteando-a. Diante dessa situação, o amigo envolveu-se numa briga com o Dionísio  ficando ligeiramente ferido com a mesma faca que viria a usar para assassinar Alcione da Luz.

Segundos depois, o arguido avançou para a ex companheira golpeando-a com a faca nas costas e no braço esquerdo. A vítima foi conduzida ao Hospital, onde veio a falecer minutos depois de ter dado entrada no Banco de Urgências. Após a agressão, o arguido fugiu para a sua residência na zona da Ribeirinha onde viria a ser detido pela Polícia um dia após o homicídio.


sexta-feira, 20 de março de 2015

Zezinho Catana absolvido da acusação de assassinato de duas mulheres em São Vicente

O Tribunal de São Vicente proferiu a leitura da sentença do processo-crime que acusava Zezinho Catana de matar duas mulheres, Alice Reis e Maria Monteiro, conhecida por Maria Chandim.  O juiz analisou os factos evidenciados em sede de julgamento e por não obter provas verídicas que incriminassem Zezinho Catana decidiu pela absolvição do arguido. Assim, apesar da revolta dos familiares da vítimas e das convicções do Ministério Público, Zezinho que negou a prática dos crimes vai agora cumprir a pena de 25 anos que lhe foi atribuída na Praia pelo assassinato de José dos Anjos.


O juiz analisou os factos descritos no processo de investigação iniciada pela Polícia Judiciária e concluída pelo Ministério Público que deduziu três acusações contra o arguido Zezinho Catana. A sentença do 1º Juízo Crime teve ainda em conta o depoimento do arguido que negou as acusações, o parecer médico em relação a morte de Maria Chandim, o caso de desaparecimento de Alice Reis, os depoimentos das testemunhas, que eram familiares das duas mulheres.

Por outro lado, o juiz levou em conta as alegações do Ministério Público que avançou que apesar de não ter provas materiais, tinha a convicção de que Zezinho matou as mulheres. Já, a defesa relembrou o principio do In dúbio pro reo, defendendo que o processo-crime esteve rodeado de dúvidas, e que não se pode falar em assassinato de Alice, quando esta é dada como desaparecida, e de Maria Chandim, cujo relatório determinou morte por enfarte.

Assim a defesa alegou que não havendo provas o arguido deveria ser absolvido. E, o Tribunal para cumprir as normas jurídicas sem encontrar argumentos práticos de condenação teve que aplicar a lei e absolver o arguido. O juiz julgou improcedente a acusação e declarou a absolvição do arguido reiterando que não podia condena-lo pela morte de Maria Chandim, porque além deste negar o crime, o relatório nao definiu qualquer lesão corporal, a causa da morte foi natural: enfarte e etilismo crónico.

E em relação a Alice Reis, o magistrado revelou-se que esta é dada como desaparecida, e não se provou que Catana teve envolvimento no seu desaparecimento ou que este tirou-lhe a vida. E acrescentou que não se pode declarar a sua morte, na medida que o seu corpo nunca foi encontrado. 

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segunda-feira, 16 de março de 2015

Zezinho Catana matou homem com pedra de 15 kgs para vestir suas roupas de ganga

Zezinho Catana é acusado de matar duas mulheres na Ilha de São Vicente e nos próximos dias vai conhecer a sua sentença, onde os indícios apontam que será absolvido por falta de provas. Mas, é certo que Catana, de 51 anos tem um histórico criminal com crimes hediondos que começaram nos anos 80. É o caso do assassinato de um homem na Ilha de Santo Antão: Catana esmagou-lhe a cabeça com uma pedra com mais de 15 kgs para roubar um blusão e umas calças de ganga. Condenado a 23 anos e seis meses de prisão, por bom comportamento cumpriu cerca de 20 anos de reclusão.


O Radar News Online apurou que antes de matar Djô D´ Vina, Zezinho Catana havia cumprido pena por tentativa de homicídio. A morte de Djô ocorreu na localidade de Mão Pra Traz, na Cidade de Ribeira Grande, mas segundo o que apuramos esse homicídio foi premeditado pelo autor. É que no dia da ocorrência, Catana apetitou-se pelas roupas da vítima que nesse período andavam na moda em Cabo Verde.

"Djô D´ Vina era um jovem trabalhador, e que com as economias que detinham gostava de andar bem vestido com roupas que andavam na moda no país. Nesse dia havia festa em algumas localidade e ele trajava um blusão e calças de ganga. Catana enfeitiçado pelo poder de ter essas roupas seguiu a vítima por todos os locais onde este foi, sendo a última vez em Pinhão. Perante a perseguição e a tentativa de roubar as suas roupas, Djô seguiu em direcção a zona de Mão Pra Traz onde tinha alguns conhecidos na perspectiva de pedir socorro" explica a nossa fonte.  

Mas, a entrada dessa localidade apercebendo da tentativa de fuga, Zezinho Catana atacou a vítima com uma pedra de calçada e este caiu ao chão. O mesmo alcançou uma pedra com mais de 15 kgs e esmagou a cabeça de Djô D´ Vina e retirou-lhe as suas vestes. Depois de vestir o blusão e as calças de ganga abandonou o local rumo a zona de Povoação.

"De manhãzinha um alvoroço tomou conta de Mão Pra Traz quando encontraram o corpo do homem. Ninguém sabia de que se tratava e a preocupação tomou conta de algumas famílias perante a ausência de familiares com características parecidas com o morto. No início na foi fácil a Polícia identificar a vítima até surgir entre os curiosos uma testemunha, uma pessoa que chegou da Povoação. Sem papas na língua declarou tratar de Djô D´ Vina e que o tinha visto de madrugada e que atrás dele seguia Zezinho Catana".

Confrontado com os factos pela Polícia, Catana que ainda trajava as roupas da vítima confessou ser o autor do crime. Levado a Tribunal disse que matou o homem para lhe retirar um blusão e as calças de ganga que nessa altura andavam de moda em Cabo Verde. 

No dia 16 de Abril de 1989, Zezinho Catana deu entrada na Cadeia Central de São Vicente para cumprir pena de 23 anos e seis meses pela prática de um homicídio  na localidade de Mão Pra Trás, Santo Antão. O seu bom comportamento valeu-lhe a saída da prisão antes de concluir a totalidade da pena, isto é, saiu da prisão no dia 19 de Março de 2009. E, agora está onde passou a maior parte da sua vida, a cadeia, na medida que em 2013, na Ilha de Santiago matou e esquartejou um homem de Santo Antão que lhe deu guarida na sua residência

quarta-feira, 11 de março de 2015

Defesa de Zezinho Catana pede absolvição com base no princípio in dubio pro reo

A defesa de Zezinho Catana assegura haver elementos que permitem absolver o indivíduo da acusação de assassinato de Alice Reis e Maria Chandim, na Ilha de São Vicente. O advogado, Jorge Semedo sublinhou que faltam provas para atestar a veracidade dos factos da acusação. O causídico criticou a postura da PJ nesse processo-crime e adiantou que Zezinho Catava deve ser absolvido. Pois, a Polícia Cientifica imputou-lhe factos sem prova, e queria que a base de pancada o homem assumisse a morte de Chandim e o desaparecimento de Alice.  


O advogado, Jorge Semedo afirmou que “a averiguação feita pela PJ foi péssima e o Ministério Público na instrução baseou-se nos factos da Polícia Cientifica, e assim ajudou a defesa a encontrar elementos que beneficiam o arguido, que assegurou ter sido espancado pela PJ da Praia para assumir a autoria da morte de Chandim e desaparecimento de Alice Reis”.

O representante de Zezinho Catana lembrou em Tribunal que a confissão não é o único meio de prova, e que o juiz deve ter em conta a forma como ocorreu o interrogatório na Cidade da Praia, que não respeitou os princípios legais vigentes no Código Processo Penal. O causídico sublinhou que a acusação se trata de uma invenção da PJ, e o que vale é o que José Victor disse perante o juiz: negou a autoria dos crimes de homicídio agravado contra Alice e Maria.

Jorge Semedo alegou que “as autoridades criminais nada fizeram perante os casos relacionados com as duas mulheres. Apenas quando ele matou um homem na Praia é que vieram com a teoria que ele era suspeito, e a base de agressões obrigaram-no a dizer que matou Alice e Maria Chandim e deram-lhe alguns documentos para assinar. O que aconteceu é que a PJ imputou ao arguido a autoria de dois homicídios, e quis que ele assumisse os factos que não têm nenhum fundamento”.

O advogado faz fé na certidão de óbito de Maria Chandim para atestar as declarações de Zezinho Catana, de que não matou a mulher. Quanto a Alice Reis disse que pelo facto de ter sido dada como desaparecida, o Ministério Público não pode vir declarar a sua morte através de um homicídio (isto porque não há corpo, nem arma de crime).

No final a defesa sublinhou que se trata de um processo-crime onde é remitente o princípio de “in dúbio pro reo”, na medida que favorece o réu sendo que “há dúvidas e faltam provas verídicas”, e sendo assim o Tribunal deve absolver Zezinho Catana dos dois crimes de homicídio agravado e ocultação de cadáver.   

Por seu lado, o representante do Ministério Público, o Procurador, Vicente Silva revelou que há uma confissão pormenorizada a PJ por parte do arguido, sabendo de antemão que falta elementos materiais para sustentar a acusação. O magistrado falou da personalidade de Zezinho Catana que num primeiro momento assumiu os crimes, e agora em Tribunal veio negar.

O Procurador assegurou que o MP levou em conta as declarações do arguido para sustentar a acusação e que as descrições com pormenores “são pouco razoáveis de serem inventadas”. Para o Ministério Público ficou a convicção de que Zezinho Catana matou as duas mulheres, apesar de saber que para haver condenação é preciso haver provas. “Há uma dificuldade em matéria de provas materiais relativamente a esses dois casos. Mas, o Tribunal é livre na apreciação das provas e o que pedimos é a justiça que se entender adequar ao processo-crime”. A sentença acontece no dia 20 Março pelas 9 horas.     






Morte de Maria Chandim: Filhos revoltados com certidão de óbito que absolve Zezinho Catana

Zezinho Catana disse em Tribunal que não matou Maria Chandim. Os filhos de Chandim asseguram que Zezinho é o principal suspeito, perante uma certidão de óbito a revelar o enfarte agudo miocárdio e etilismo crónico como causas da morte. Finda a audiência de julgamento, em tom de revolta os familiares de Maria Chandim sublinharam que as autoridades criminais e médicas não contribuíram para a descoberta da verdade sobre a morte da falecida. E, assim, dizem que Zezinho Catana vai ser absolvido por falta de provas.



É que, o Ministério Público não conseguiu esclarecer como ocorreu a morte de Maria Chandim, e ainda de que forma o suspeito, Zezinho Catana matou essa mulher. Os inspectores da PJ que foram a casa de Maria quando o seu corpo foi encontrado sem vida revelaram ter dificuldades em recordar os factos ocorridos durante as averiguações, sendo certo que o corpo estava em estado de decomposição. 

Por sua vez, a delegada-substituta na altura, Fátima Silva alegou que na impossibilidade de deslocar ao locar para analisar o cadáver disse aos agentes da PJ para que fizessem o seu trabalho, e que enviassem o corpo a Casa Mortuária, a fim de ser analisada pela médica.

Fátima Silva disse que o corpo estava em estado de decomposição e que não foi realizada uma autópsia, apenas um exame de hábito externo, com observações e na sua dedução tratou-se de uma morte natural. Revelou que foram feitos os necessários procedimentos porque o mau cheiro e as condições do cadáver não permitiam “mais” e que a provável a causa da morte com bases nas suas análises foi um enfarte, isto é, uma causa natural, porque não encontrou vestígios de agressão, nem ferimentos.

Perante o relatório médico, a defesa de Zezinho Catana defendeu que este não pode ser condenado por uma homicídio que não cometeu, visto que a certidão de óbito declara a morte natural como causa da morte, e que o arguido revelou não ter motivos para assassinar a mulher que lhe deu guarida na sua residência.

O certo é que os filhos à saída do julgamento criticaram a postura da PJ e da delegada-substituta, aquando da morte de Maria Chandim. De acordo com estes, as autoridades criminais e médicas deram um tratamento discriminatório a cidadã, dado terem dito a PJ que Maria foi morta. Porém, que a Polícia Judiciária não levou isso em conta durante as averiguações, e que a delegada-substituta não foi ao local onde estava o corpo de Maria Chandim, limitando a observar o cadáver na Casa Mortuária.

Os filhos de Maria Chandim revoltados com as “fortes hipóteses” de absolvição defenderam que “Zezinho Catana foi ajudado com as mentiras. Ele negou o que confessou a PJ e em Tribunal a defesa pega do certidão de óbito para pedir a sua absolvição. Logo, o que fica claro é que as autoridades médicas contribuíram para que a sua versão fosse entendida como verdade dos factos. Esta situação poderia ser evitada se na altura tivessem autopsiado o corpo da nossa mãe”.