Estudante cabo-verdiana suicida-se na Bolívia

O corpo da jovem, de 26 anos foi encontrada sem vida na sua residência, e de acordo com a autópsia, a causa da morte é o suicídio por ingestão de produto químico.

STJ reduz pena de 25 anos para homem que assassinou a namorada

O Supremo Tribunal de Justiça reduziu a pena de 25 anos de prisão aplicada ao cidadão Adilson da Luz pelo assassinato da namorada, Nádia Aleixo.

Gatunos encapuçados assaltam loja e atacam funcionária com coronhadas de pistola na cabeça

A Polícia Nacional deteve um dos gatunos, que é reincidente na matéria de roubo e por ora regressou a prisão.

Jovem de Cruz João Évora baleado com boca bedjo no braço direito e nas nádegas

Durante uma rixa entre dois grupos, um jovem foi baleado, cujo disparo foi efectuado com uma pistola “boca bedjo”.

Ex agente da Polícia Nacional condenado a 12 anos e oito meses de prisão por matar o marido da enteada

Acusado de um crime de homicídio agravado, o juiz analisou os factos que culminaram no homicídio e fez a atenuação da pena.

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sábado, 10 de janeiro de 2015

Naufrágio do navio Vicente: Ainda não foram encontradas as 12 pessoas desaparecidas

As autoridades marítimas e os Serviços de Protecção Civil têm esperança de encontrar com vida as pessoas que continua desaparecidas após o naufrágio do navio Vicente, na noite do dia 8, nas imediações do Porto de Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo. Dos 26 cidadãos que estavam a bordo da embarcação, 12 pessoas continuam ainda desaparecidas no mar da Ilha do Fogo. Já se resgataram 11 com vida, registaram três mortes, inclusive uma criança, que faleceu nos braços do pai. Nas próximas horas, as buscas têm por base encontrar os desaparecidos com vida, ou fazer o resgate de quem perdeu a vida com o naufrágio. 


Os Serviços Nacional de Protecção Civil avançam que as buscas iniciadas na manhã de sábado, 10 Janeiro continuam infrutíferas ma medida que ainda não encontraram qualquer pessoa que consta da lista dos desaparecidos. As condições do mar e do tempo estão a interferir nos trabalhos das autoridades que procuraram os desaparecidos, mas os Serviços Nacional de Protecção Civil defendem que as buscas entre as Ilhas do Fogo e da Brava vão prosseguir. Pois, o objectivo é descobrir o paradeiro dos cidadãos dados como desaparecidos e que seguiam a bordo do navio Vicente, que afundou nas imediações do Porto de Vale dos Cavaleiros, e cujo paradeiro ainda é um mistério.

As autoridades marítimas e o SNPC revelam que as buscas vão ser realizadas até o período em que se averiguar que "a esperança de encontrar pessoas forem nulas", e adiantam que os meios foram reforçados com a chegada de um navio de Portugal, que conta com o apoio do navio Djon Dade, rebocador Damão, barco Mar Linda e meios aéreos que auxiliam nas buscas, bem como agentes da Polícia Nacional, voluntários e militares que fazem buscas apeado pelas encostas das ilhas do Fogo e Brava.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Naufrágio do navio Vicente: Três mortes confirmadas num caso com indícios de negligência humana

As autoridades marítimas e os Serviços de Protecção Civil têm esperança de encontrar com vida as pessoas que continua desaparecidas após o naufrágio do navio Vicente, na noite do dia 8, nas imediações do Porto de Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo. Dos 26 cidadãos que estavam a bordo da embarcação, já se resgataram 11 com vida, recolheram três cadáveres, inclusive uma criança, de seis anos que faleceu nos braços do pai. Nas próximas horas, as buscas têm por base encontrar as 12 pessoas que ainda continuam desaparecidas no mar da Ilha do Fogo. Os indícios recolhidos numa primeira fase  de averiguações apontam que o acidente se resulta de negligência humana, por parte de quem comandava o navio. 





Nesta sexta-feira, 9 Janeiro, as autoridades marítimas e os Serviços de Protecção Civil, militares, acompanhados de um helicóptero da Força Aérea Espanhola, os navios, Ostrea, Kriola, Mar Linda e o rebocador Damão, a empresa de aviação Cabo Verde Express realizaram diligencias de patrulha. Depois de procederem ao resgate de três pessoas, um Segundo oficial, João Domingos, um terceiro motorista, Daniel Gomes, e uma passageira, Antónia Dias, logo no primeiro dia do naufrágio. 



Nesta quarta-feira recolheram com vida o estagiário, Manuel "Vela" Fortes, os cadáveres de uma criança de seis anos, de um homem de nacionalidade cubana, o chefe de máquina, Lazaro Abreu Chapey, e de um indivíduo também da Ilha de São Vicente, de nome Carlos  Delgado de Pina, conhecido por "Canja", que residia em Fernando Pó. 



Resgate



Por outro lado foram resgatados com vida, membros da tripulação como Dalilo, da zona de Ilha de Madeira, São Vicente, Dirce Nascimento, Arickson Fonseca, Valdir dos Santos e Arminio Santos, José Eduardo, jogador da Académica do Fogo, e uma pessoa cuja identidade ainda não foi revelada. De realçar que 12 pessoas continuam desaparecidas, e que com o início da noite, dada a escuridão e condição do mar e do vento, as buscas foram suspensas e serão retomadas na manhã deste sábado no sentido de se encontrar mais sobreviventes. 


Recorde-se que em relação ao afundamento do navio Vicente, membros da tripulação que conseguiram escapar a tragédia revelaram que o Capitão da embarcação, e o Imediato, todos cidadãos de nacionalidade cubana tiveram um comportamento reprovável, ao não aceitarem as sugestões dos subordinados. 

Sugestões

No caso do Capitão, antes de sair do Porto da Praia foi lhe comunicado por pessoas que assistiram a colocação das cargas, de que o Vicente tinha um desvio de 6 graus para o lado de estibordo, mas este defendeu que sabia os meandros do seu trabalho e que a viagem iria decorrer da melhor forma. Por sua vez, o Imediato foi informado por subordinados, isto é tripulantes, que a havia sobrelotação de carga , bem como essa informação chegou ao Capitão que retorquiu que a tripulação estava no navio para cumprir ordem superiores. 

Já nas imediações do Porto de Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo, local de destino do navio Vicente, o comando da embarcação foi informada pelas autoridades marítimas que tinha de aguardar a saída do navio Ostrea, da Companhia de Combustíveis, Vivo Energy para depois fazer a sua entrada no Porto. 

Explicações

Mas, segundo tripulantes que sobreviveram a tragédia, "o navio estava inclinado para estibordo e estava sobrecarregado. O acidente se deveu ao mar grosso e principalmente ao forte vento. O Segundo Oficial do navio naufragado explica ainda que o navio Ostrea não prestou auxílio adequado porque o Comandante do navio Vicente não pediu socorro ao Ostrea, apenas pediu o seu afastamento, ao invés de dizer que Vicente se afundava. 

"E que este deu início a uma série de manobras estranhas, pelo que o Capitão mandou virar o navio a bombordo. Mas, o Segundo Oficial e o Terceiro Motorista disseram que  a melhor opção seria para estibordo devido ao mau tempo, pelo que após insistência do Comando do navio, a força tiveram de acatar as suas ordens, e ao sofrer uma rajada de vento virou-se de lado e em cerca de cinco minutos se afundou sem deixar rastos" explica a tripulação.

As causas do acidente estão a ser apuradas pelas autoridades no sentido de se saber o que levou ao afundamento do navio Vicente que tinha a bordo 26 pessoas, sendo que três já morreram e 12 continuam desaparecidas no mar. O certo é que pelas informações iniciais recolhidas junto da tripulação, as autoridades competentes na matéria de averiguação do caso suspeitam que a negligencia humana, aliada ao mau tempo que se faz sentir em Cabo Verde podem ter ditado o naufrágio do "Vicente"cujo paradeiro ainda é uma incógnita. 
















Naufrágio de navio Vicente: Encontrou-se um cadáver e já resgataram 11 pessoas com vida

As autoridades marítimas e os Serviços de Protecção Civil prosseguem as buscas de resgate aos cidadãos que seguiam a bordo do navio Vicente, da Companhia Tuninha, que afundou na noite do dia 8, nas imediações do Porto Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo. Os dados recolhidos pelas autoridades apontam que a embarcação tinha 26 pessoas a bordo. Nas diligências feitas até ao momento conseguiram salvar onze cidadãos com vida e recuperaram um cadáver. As buscas prosseguem na tentativa de procurarem sobreviventes. As causas do acidente estão por apurar. Mas, as informações iniciais apontam que o navio estava sobrecarregado e que há indícios de negligência humana.


Naufrágio do Navio Vicente: As Autoridades continuam a procura de sobreviventes

Ontem foi encontrado três pessoas com vida, hoje pelas informações iniciais já foram encontrados seis pessoas com vida e um corpo de um homem ligado a tripulação, membros da tripulação que foram salvos disseram as autoridades que eram vinte e seis pessoas a bordo.    



Devidas as condições do mar, com ondas de cerca de quatro metros, a falta de visibilidade, e de uma embarcação de busca e salvamento, as autoridades suspenderam as buscas por volta das 2 horas. O navio Kriola teve que se retirar do local por questões de segurança, e quanto ao Ostrea, de maior porte ficou em alto-mar à procura de sobreviventes. Ainda não se descobriu o paradeiro de "Vicente" que afundou ao largo de Vale dos Cavaleiros, por volta das 22 horas.

O navio de transporte de passageiros e cargas chegava a ilha com proveniência do Porto da Praia. Mas, uma vez que o navio Ostrea da empresa de combustíveis, Vivo Energy se encontrava no porto, o comando do Vicente foi informado de que deveria aguardar a saída do Ostrea ao largo de Vale dos Cavaleiros, e só depois atracar para descarregar a carga que tinha a bordo e permitir a saída de passageiros.

O que se sabe é que o navio Vicente foi para uma zona a cerca de 4 milhas e meio do Porto de Vale dos Cavaleiros. De seguida o Comando não respondeu as chamadas, se verificou que o navio tinha desaparecido dos radares, e apenas se avistaram balsas e coletes salva-vidas. O navio Ostrea dirigiu para o local à procura de sobreviventes, bem como o Kriola foi accionado para prestar apoio. Nas diligências feitas até agora já foram encontrados nove pessoas e um corpo.

Por ora, as autoridades desconhecem as causas do naufrágio do navio Vicente, e em que área afundou. Nas imediações do Porto do Vale dos Cavaleiros estão a realizar buscas para encontrar as restantes pessoas que estavam a bordo da embarcação.  Neste momento ainda não se soube a identidade das pessoas que estavam a bordo.

Naufrágio do navio Vicente: 19 pessoas continuam desaparecidas no mar da Ilha do Fogo

As autoridades marítimas e os Serviços de Protecção Civil retomaram as buscas de resgate aos cidadãos que seguiam a bordo do navio Vicente, da Companhia Tuninha, que afundou na noite do dia 8, nas imediações do Porto Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo. Os dados recolhidos pelas autoridades apontam que a embarcação tinha 22 pessoas a bordo, e que três foram resgatadas. As buscas foram retomadas às sete horas, na tentativa de procurarem sobreviventes. Foram mobilizados meios aéreos e marítimos, e perante um cenário de tragédia, as autoridades têm esperança de encontrar as 19 pessoas com vida.



Devidas as condições do mar, com ondas de cerca de quatro metros, a falta de visibilidade, e de uma embarcação de busca e salvamento, as autoridades suspenderam as buscas por volta das 2 horas. O navio Kriola teve que se retirar do local por questões de segurança, e quanto ao Ostrea, de maior porte ficou em alto-mar à procura de sobreviventes. Ainda não se descobriu o paradeiro de "Vicente" que afundou ao largo de Vale dos Cavaleiros, por volta das 22 horas.

De realçar, que na noite desta quinta-feira, 8 Janeiro, por volta das 22 horas, as autoridades marítimas foram informadas de que o navio Vicente afundou nas imediações do Porto de Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo. O navio de transporte de passageiros e cargas chegava a ilha com proveniência do Porto da Praia. Mas, uma vez que o navio Ostrea da empresa de combustíveis, Vivo Energy se encontrava no porto, o comando do Vicente foi informado de que deveria aguardar a saída do Ostrea ao largo de Vale dos Cavaleiros, e só depois atracar para descarregar a carga que tinha a bordo e permitir a saída de passageiros.

O que se sabe é que o navio Vicente foi para uma zona a cerca de 4 milhas e meio do Porto de Vale dos Cavaleiros. De seguida o Comando não respondeu as chamadas, se verificou que o navio tinha desaparecido dos radares, e apenas se avistaram balsas e coletes salva-vidas. O navio Ostrea dirigiu para o local à procura de sobreviventes, bem como o Kriola foi accionado para prestar apoio. Nas diligências foram resgatadas três pessoas, um 2º Oficial, um marinheiro e uma passageira, e pelos números avançados as autoridades faltam resgatar 19 cidadãos, que estão a deriva num mar que se apresentava "revoltoso e onde a visibilidade é reduzida". 

Por ora, as autoridades desconhecem as causas do naufrágio do navio Vicente, e em que área afundou. Nas imediações do Porto do Vale dos Cavaleiros foram realizadas buscas para encontrar as restantes pessoas que estavam a bordo da embarcação.  Neste momento ainda não se soube a identidade das pessoas que estavam a bordo, e as autoridades também não confirmam ter encontrado alguém sem vida, pelo que estão no terreno para fazer o resgate.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Autoridades suspendem buscas: Resgataram apenas três pessoas após naufrágio do navio Vicente

As autoridades marítimas e os Serviços de Protecção Civil suspenderam as buscas de resgate aos cidadãos que seguiam a bordo do navio Vicente, da Companhia Tuninha, que afundou na noite do dia 8, nas imediações do Porto Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo. Os dados recolhidos pelas autoridades apontam que a embarcação tinha 22 pessoas a bordo, e nas diligências feitas até ao momento conseguiram salvar três. As buscas serão retomadas às seis horas, na tentativa de procurarem sobreviventes.


Devidas as condições do mar, com ondas de cerca de quatro metros, a falta de visibilidade, e de uma embarcação de busca e salvamento, as autoridades suspenderam as buscas. Por ora, apenas o navio Ostrea se encontra em alto-mar à procura de sobreviventes, e ainda não se descobriu o paradeiro de "Vicente" que afundou ao largo de Vale dos Cavaleiros.
  
De realçar, que na noite desta quinta-feira, 8 Janeiro, por volta das 22 horas, as autoridades marítimas foram informadas de que o navio Vicente afundou nas imediações do Porto de Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo. O navio de transporte de passageiros e cargas chegava a ilha com proveniência do Porto da Praia. Mas, uma vez que o navio Ostrea da empresa de combustíveis, Vivo Energy se encontrava no porto, o comando do Vicente foi informado de que deveria aguardar a saída do Ostrea ao largo de Vale dos Cavaleiros, e só depois atracar para descarregar a carga que tinha a bordo e permitir a saída de passageiros.

O que se sabe é que o navio Vicente foi para uma zona a cerca de 4 milhas e meio do Porto de Vale dos Cavaleiros. De seguida o Comando não respondeu as chamadas, se verificou que o navio tinha desaparecido dos radares, e apenas se avistaram balsas e coletes salva-vidas. O navio Ostrea dirigiu para o local à procura de sobreviventes, bem como o Kriola foi accionado para prestar apoio. Nas diligências foram resgatadas três pessoas, um 2º Oficial, um marinheiro e um passageiro, e pelos números avançados as autoridades faltam resgatar 19 cidadãos, que estão a deriva num mar que se apresentava "revoltoso e onde a visibilidade é reduzida".

Por ora, as autoridades desconhecem as causas do naufrágio do navio Vicente, e em que área afundou. Nas imediações do Porto do Vale dos Cavaleiros foram realizadas buscas para encontrar as restantes pessoas que estavam a bordo da embarcação. As buscas foram suspensas e serão retomadas às seis horas, na medida que as condições do mar e do tempo impedem a realização dos trabalhos, onde apenas a tripulação o navio Ostrea ficou em alto-mar a ver se consegue resgatar alguém durante esta madrugada. Isto, até que elementos dos Serviços de Protecção Civil, autoridades marítimas, militares regressam ao mar para encontrar sobreviventes dessa tragédia.      

Navio Inter ilhas vem melhorar serviço no sector de transportes marítimos em Cabo Verde

A Companhia de navegação marítima, Polaris adquiriu um navio roll-on/ roll-off para assegurar o transporte de passageiros e cargas entre ilhas de Cabo Verde. O “Inter-ilhas” traz uma nova dinâmica para o sector marítimo e para os cabo-verdianos. E, de acordo com o Comandante, Luís Viula, da Polaris, o objectivo é contribuir para o desenvolvimento económico das ilhas, “e sobretudo para ter sucesso e prestar um bom serviço para os nossos utentes”.


Para cidadãos contactados pelo Radar News Online, a embarcação chega em “boa hora a Cabo Verde”, uma vez que nos últimos meses, o país foi assolado por uma crise de transportes de passageiros e carga, nomeadamente na rota entre São Vicente e Praia. O Comandante Luís Viula revela que em princípio o navio vai assegurar de forma regular e semanal essa linha marítima, e ainda vai haver algumas escalas intermediárias.

Segundo, Luís Viula “já demos contribuições ao país no sector marítimo, e agora com esta nova unidade queremos melhorar o serviço. Quanto ao navio, navio já sofreu remodelações, e quanto a empresa se encontra em excelentes condições, pelo que está habilitado pelas autoridades marítimas para realizar viagens. Tem capacidade para 400 passageiros, serve para transporte de cargas e leva 45 viaturas normais”.

Videoreportagem




  

Tripulação de navios Ostrea e Kriola apoiam no resgate das pessoas que estavam a bordo de navio Vicente

Os navios Ostrea e Kriola, que se encontravam na ilha do Fogo estão a realizar diligências para resgatar as pessoas que estavam a bordo do navio Vicente, da Companhia Tuninha. A embarcação de transporte de passageiros e cargas afundou a cerca de  4 milhas e meio do Porto Vale dos Cavaleiros, por volta das 22 horas. Neste momento, as autoridades marítimas não tem informações quantas pessoas estavam a bordo do navio Vicente, qual o estado desses cidadãos, e as causas do acidente



O que sabe é que a tripulação era constituída por 16 homens e duas mulheres. Por esta altura se procede o salvamento da tripulação e passageiros que estavam a bordo, pelo que no local já resgataram três cidadãos, e avistaram a presença de balsas e coletes salva-vidas.  De realçar que as tripulações dos navios Ostrea, da Vivo Energy e Kriola estao no local onde ocorreu o acidente, no sentido de resgatarem com vida todas as pessoas que seguiam na embarcação que deixou o Porto da Praia e tinha a previsão de chegar a ilha do Fogo nesta quinta-feira, as 22h30.  

Navio Vicente afunda-se nas imediações do Porto do Vale dos Cavaleiros na ilha do Fogo

O navio Vicente, da Companhia Tuninha se afundou nas imediações do Porto do Vale dos Cavaleiros, na Ilha do Fogo, A embarcação que provinha do Porto da Praia  transportava pessoas e cargas para a Ilha do Fogo, se afundou por volta das 22 horas. As autoridades marítimas avançam que o Vicente tinha a bordo 18 tripulantes, e que sobre o número de passageiros este ainda é desconhecido. O certo é que duas embarcações< Kriola e Ostrea que estão na Ilha do Fogo prestam auxílio para salvar as pessoas que vinham a bordo do navio. As causas deste acidente ainda não são conhecidas.  




quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

G- Rapperz arrecada receita monetária para apoiar criança que sofre de paralisia cerebral e cegueira

O grupo de Hip Hop Guerrilha Rapperz, conhecido por G- Rapperz demonstrou a sua satisfação com os objectivos alcançados com o lançamento ao público do seu álbum, intitulado Kódigo D´ Barras. Os elementos do grupo aliaram o show de lançamento com a iniciativa de desenvolver um projecto de âmbito social para acarinhar uma criança com necessidades especiais. G- Rapperz arrecadou uma receita monetária que permite apoiar essa criança que sofre de paralisia cerebral, cegueira e epilepsia.


Em prol dessa causa nobre de solidariedade para ajudar a criança, que reside na localidade de Corda, ilha de Santo Antão, o grupo G- Rapperz sensibilizado com a sua situação decidiu associar o show de lançamento oficial de “Kódigo D´ Barras”. No âmbito do projecto desenvolvido pelo grupo ficou acordado que parte da receita do evento reverteria a favor dessa criança e da sua família que enfrenta problemas financeiros.

G- Rapperz decidiu juntar o útil ao agradável num ambiente solidário, onde além do lançamento e divulgação do seu álbum musical, aproveitou a ocasião para ajudar uma criança com necessidade especiais. E, ainda sensibilizar a sociedade civil, com mensagens de consciencialização para “abraçar” causas de solidariedade social. 

Em entrevista ao Radar News Online, Hoddah Ramos faz um balanço positivo da actividade e assegura que “conseguimos alcançar os nossos objectivos. O show teve adesão de cerca de 800 pessoas. Foi boa a divulgação do nosso trabalho musical, e por outro lado conseguimos uma receita monetária para ajudar a criança e a sua família”.

Questionado sobre o que adquiriram, Hoddah revela que há uma receita de 50 mil escudos. E, segundo foi acordado com os membros do grupo, e a equipa que fez um relatório a cerca da vida socioeconómica da família da criança com necessidades especiais, decidiu-se fazer a aquisição de bens.

“A nossa perspectiva é comprar uma cama especial para a criança, na medida que não encontramos uma cadeira. Vamos adquirir roupas, fraldas e outros bens necessários de apoio a criança. Em relação a sua família pretendemos adquirir um fogão, mesa e cadeiras, utensílios de cozinha. Pretendemos fazer a entrega ainda este mês. Mas, podemos avançar que a nossa acção em relação a essa família não termina com este apoio, a nossa intenção é procurar outras ajudas”. 

O entrevistado ressalta a falta de patrocínio por parte das entidades e que assegura que “tudo foi feito graças a uma interajuda de todas as pessoas que acreditam no trabalho desenvolvido pelo grupo G- Rapperz, bem como quem adquiriu o bilhete para assistir o espectáculo”.

      

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Jorge Carlos Fonseca: "o país precisa encontrar soluções para fazer baixar a dimensão de insegurança"

O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca veio a público falar a população cabo-verdiana sobre a existência de um novo fenómeno de criminalidade. O Chefe de Estado assegura que a solução não passa apenas pela alteração das leis, Mas, sim pela união de esforços de todas as instituições do Estado no seu combate.


O Presidente da República em declarações a RCV, a cerca do atentado contra o filho do primeiro-ministro, admitiu, ainda, que este crime é um caso com contornos especiais, que merece toda a atenção e preocupação do país. Tendo em consideração a gravidade da insegurança, Jorge Carlos Fonseca alertou que o país está a ser alvo de “um fenómeno novo de criminalidade”, com novos contornos, que “implicam um crescendo do nível de percepção de insegurança”.

“Eu não pretendia pronunciar-me em concreto sobre um caso, ainda que ele seja marcado por contornos muito especiais, muito particulares, um caso que revela muita gravidade, que merece toda a nossa atenção e preocupação e que vem na sequência de outros casos também muito relevantes” adiantou o Presidente da República.

Jorge Carlos Fonseca afirmou que perante essa situação, o país precisa encontrar soluções para fazer baixar a dimensão de insegurança. Essas soluções, na sua visão, devem passar pela "determinação e firmeza, perante o diagnóstico da situação, para a mobilização de investimentos no reforço das capacidades de resposta operacional, logística, científica e técnica de intervenção das entidades e forças que intervêm no domínio da investigação e da repressão criminal".

José Luís Neves, filho do primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, sofreu uma tentativa de assassinato no dia 30 de Dezembro, à porta da sua casa, num dos bairros da Cidade da Praia, sendo o seu estado de saúde estável, após intervenção cirúrgica no Hospital Agostinho Neto.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Video: PJ investiga assassinato de idosa de 92 anos que foi esquartejada e escondida numa mala

As autoridades revelaram que perante os indícios recolhidos no local trata-se de um homicídio. Por outro lado, informações recolhidas junto de familiares de Cecília Brito dão conta que se trata de um “assassinato cruel”, na medida que a vítima foi violada, esquartejada, e o seu corpo escondido no interior de uma mala. Os restos mortais foram enrolados num lençol durante o levantamento do cadáver e as autoridades determinaram que fossem enterrados imediatamente. 



Videoreportagem



Homicídio cruel: Mulher de 92 anos violada, esquartejada e escondida dentro de uma mala

As autoridades revelaram que perante os indícios recolhidos no local trata-se de um homicídio. Por outro lado, informações recolhidas junto de familiares de Cecília Brito dão conta que se trata de um “assassinato cruel”, na medida que a vítima foi violada, esquartejada, e o seu corpo escondido no interior de uma mala. Os restos mortais foram enrolados num lençol durante o levantamento do cadáver e as autoridades determinaram que fossem enterrados imediatamente. 


A Delegada de Saúde e uma equipa da Brigada de Homicídios do Departamento da Polícia Judiciária de São Vicente realizaram os necessários exames para apurar as causas da morte de uma cidadã, Cecília Brito assassinada na sua residência em Alto São Nicolau.

Por volta das 17 horas, a Delegacia de Saúde e a Polícia Judiciária deram por concluídas as averiguações na residência onde a cidadã, de 92 anos foi encontrada morta. As autoridades criminais e sanitárias examinaram o corpo no quarto onde foi encontrado e recolheram meios que podem vir a ser importantes na investigação do crime.

Averiguações

O corpo de Cecília Brito, conhecida por “Mana Cecília” foi encontrado no seu quarto no interior de uma mala, estilo antigo, e na sua cama e no chão havia vestígios de sangue. No exterior da residência, os técnicos da PJ recolheram “pegadas dos pés de quem trepou a parede lateral dessa casa e apoiado a um ferro saltou para o interior da casa onde mais tarde viria a matar a proprietária”.

Findo o processo de averiguação ao corpo, a Delegada de Saúde deu instruções para que o seu funeral fosse efectivado devido ao estado em que ficou o cadáver. Questionada sobre como ocorreu a morte da vítima, a Delegada de Saúde sublinhou que os indícios revelam tratar-se de um homicídio, e que não acrescentaria outras informações, pelo que a partir desse momento, a PJ iniciou uma investigação para concluir o caso e chegar a quem perpetrou o crime, onde não há indícios de assalto.

Homicídio

As autoridades criminais e sanitárias não se pronunciaram sobre factos resultantes da morte, isto é que recolheram indícios de agressão sexual, que há sinais de luta e resistência por parte da malograda, e que esta foi mutilada, antes de ser escondida no interior da mala. Isto, porque “a cidadã tinha uma boa estatura, e apesar da sua idade avançada era uma pessoa rija e que conseguia andar sem dificuldades”.

Segundo as informações recolhidas junto de familiares e por aquilo que o Radar News Online constatou: pelo “aspecto do corpo da vítima, que durante o levantamento teve de ser enrolado em lençóis, pela almofada e lençóis cobertos de sangue, pelo cenário sangrento no quarto e dada a forma como o corpo foi encontrado na mala” viu-se tratar de um “crime bárbaro, de pura crueldade cometido por alguém que não respeita os princípios da vida humana, um psicopata”.    

Descoberta

De realçar que o corpo de “Mana Cecília” foi encontrado por volta das 13h30 quando familiares foram levar-lhe o almoço. Bateram à porta, ainda chamaram-na por via telefónica e uma vez que não deu sinais, foi então que arrombaram uma janela da sua residência. No interior do seu quarto havia objectos desarrumados, a sua cama e o chão estavam ensanguentados, e após buscas encontraram-na morta dentro de uma mala.  

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Marinheiro de barco chinês morre afogado durante a faina nos mares de Cabo Verde

Nesta terça-feira, 23 Dezembro, as autoridades marítimas, a Delegacia de Saúde e a Polícia Judiciária procederam ao levantamento do cadáver de um cidadão de nacionalidade chinesa, que trabalhava no barco de uma Companhia de Pesca da China que operava nos mares de Cabo Verde. Este online apurou tratar-se do corpo de um jovem de 19 anos, que caiu ao mar durante a faina e acabou por morrer afogado.

Foto by Nuno Miguel Ferreira

O Radar News Online apurou que a morte do jovem, de nacionalidade chinesa ocorreu no dia 17 Dezembro. A vítima estava a trabalhar a bordo de um navio de pesca que estava a operar nas águas territoriais de Cabo Verde. De acordo com as informações recolhidas junto das autoridades criminais, o cidadão, nascido a 14 Novembro 1995 chegou a Ilha de São Vicente pela via aérea e embarcou num dos barcos de uma Companhia de Pesca Chinesa que opera em Cabo Verde.

No dia 17 Dezembro, por volta das 4 horas, quando a tripulação da embarcação se apresentou ao serviço, o comando da mesma apercebeu da ausência do jovem marinheiro e iniciaram as diligências no interior do navio para encontrar o trabalhador. Porém, ao não encontrarem o indivíduo suspeitaram que este teria sido vítima de um acidente de trabalho, e a partir desse momento iniciaram as buscas para encontrar o marinheiro.

O navio retornou a rota que tinha percorrido e encontraram o corpo do jovem a flutuar sem vida. O corpo da vítima foi resgatado e a embarcação regressou a Ilha de São Vicente para fazer o desembarque do corpo. As autoridades sanitárias, marítimas e a Polícia Judiciária procederam ao levantamento do corpo que foi sujeito a uma autópsia.


De acordo com os dados recolhidos pelas autoridades durante a realização dos exames, a causa da morte do jovem é o afogamento. Por ordem da família, residente na China, o corpo da vítima foi sepultado esta terça-feira no Cemitério da Ilha de São Vicente. 

Este Online sabe que as autoridades criminais não podem esclarecer em que circunstâncias ocorreram a morte da vítima. E, que os factos relacionados com este caso, que apontam para um acidente de trabalho ocorrido nos mares de Cabo Verde deverão ser esclarecidos por via de um inquérito realizado pela empresa, proprietária do navio chinês, onde trabalhava o malogrado.   

Jacô de Fonte Inês comete suicídio e familiares e amigos em estado de choque

Jacob Henriques, um cidadão, de 33 anos que sofre de esquizofrenia, e que residia nas imediações da Esquadra Policial de Fonte Inês foi encontrado sem vida com uma corda ao pescoço e atada a uma árvore nas imediações da estrada de acesso a Ribeira de Julião, na ilha de São Vicente. A Delegada de Saúde e a PJ já confirmaram que se trata de um suicídio por enforcamento.


Nesta terça-feira, por volta das 17h00, a Polícia Nacional foi informada de que o corpo de indivíduo estava pendurado a uma árvore, nas imediações da estrada que de acesso a zona de Ribeira de Julião. A Unidade de Piquete dirigiu-se ao local e num terreno baldio entre duas habitações encontrou o corpo de um homem, que tinha uma corda atada ao pescoço e que se encontrava pendurado a uma árvore.

Nas diligências, as autoridades policiais apuraram tratar-se do corpo do cidadão, Jacob Henriques, conhecido na Ilha de São Vicente, por Jacô, filho de “Nha Maria”, proprietária de um bar nas imediações da Esquadra Policial de São Vicente. O Radar News Online apurou que o indivíduo padecia de perturbações mentais, e que já esteve várias vezes internado nos Serviços de Saúde Mental do Hospital Baptista Sousa.

Suicídio

Em relação a morte de Jacob, a Delegacia de Saúde e a Polícia Judiciária realizaram um exame de hábito externo na Casa Mortuária do HBS, e pelos indícios recolhidos confirmaram tratar-se de um suicídio por enforcamento. De realçar que pelas informações recolhidas pelo Radar News Online no terreno a cerca da morte do cidadão, apuramos que na segunda-feira, e horas antes deste se suicidar esteve numa agência funerária sediada na Ilha de São Vicente a dizer que “foi escolher o caixão a ser utlizado no seu funeral.

E nesta terça-feira, por volta passou na zona de Trás de Cemitério e assegurou para algumas pessoas que “procurava um local para pôr termo a sua vida”, e quando questionado da sua atitude, Jacô disse em “tom de brincadeira que se tratava de uma paranóia, e que estava apenas a passear pelo local, que depois regressaria a sua casa”. Volvidos alguns minutos, um cidadão que passava pelo local numa bicicleta ao ver o corpo pendurado a uma árvore, numa área de “fraco movimento de pessoas” anunciou a ocorrência as moradores dessa área.

Revolta

De realçar que a cerca em 2013, a sua mãe, Maria Henriques pedia a intervenção das instâncias judiciais porque o filho foi tatuado com nomes obscenos no corpo. O jovem vinha a ser vítima de assaltos e actos de vandalismo, inclusive foi tatuado com palavras obscenas na testa e nos braços, situação que deixou a mãe revoltada.
          

     

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Lavas prosseguem com a destruição e devastam casas e terrenos agrícolas no Ilhéu de Losna

O pequeno povoado de Ilhéu de Losna, composto por pouco mais de uma dezena de casas e funcos, situado entre Cova Tina e Portela, está quase a ser consumido na sua totalidade pelas lavas da erupção vulcânica. Até por volta das 08:00 de segunda-feira, a equipa da Universidade de Cabo Verde que faz a monitorização da actividade vulcânica  que, além da adega de Eduíno Lopes, as lavas destruíram outras sete casas e alguns funcos e que neste momento restam apenas três casas intactas, duas das quais estão rodeadas pelas lavas. 


Vera Alfama, professora da Universidade de Cabo Verde ( Uni-CV) disse à Inforpress que se mantiver o ritmo as lavas vão consumir as demais habitações de Ilhéu de Losna, podendo, eventualmente, sobrar uma que está situada numa pequena elevação. Depois de destruir por completo as duas principais povoações de Chã das Caldeiras, Portela e Bangaeira, as lavas tomaram, há uma semana, o caminho de Ilhéu de Losna, destruindo assim o último povoado que restava. 

As duas erupções vulcânicas, de 1995 e de 2014, destruíram as quatro povoações de Chã das Caldeiras. A de 1995 tinha consumido a de Boca Fonte e a de 2014 as de Portela, Bangaeira e Ilhéu de Losna. A escoada de lava, que sai de Ilhéu de Losna em direcção a Portel,a andou nas últimas 24 horas cerca de 80 metros e já encostou às lavas da erupção de 1995, enquanto a escoada da frente de adega, por ter seguido em várias frentes, andou cerca de 10 metros. 

No entanto, o vasto campo de cultivo de mandioca, feijões e vinha situada à frente da adega já foi consumido em mais de 80 por cento. A lava que se dirige de Monte Saia para Ilhéu de Losna continua a escorrer e a actividade vulcânica continua activa. 

Vera Alfama afirmou que desde domingo que se regista um aumento de gases e que a pluma eruptiva ascendia, por volta das 08:00, os 800 metros de altura e que a emissão de lavas no fuco eruptivo continua activa. Ilhéu de Losna, localizado ao pé da Bordeira, segundo população de Chã das Caldeiras, é uma das áreas mais produtivas de Chã das Caldeiras, e além de feijões (congo, sobretudo), mandioca, batata, é uma referência em termos de produção de fruteiras como vinha, macieira, marmeleiro e outros. As demais frentes de lavas, nomeadamente a de Bangaeira, que se diria para Fernão Gomes, estão estacionárias há uma semana. A erupção vulcânica completa terça-feira o primeiro mês de actividade.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Acidente viação: Cidadão salta de viatura e morre devido a um traumatismo grave

Arlindo da Cruz  “Kunkun”, morreu na tarde deste sábado, 20, na sequência de um acidente de viação ocorrido na estrada de Lombo Branco, Município  da Ribeira Grande, ilha de Santo Antão. Uma falha mecânica na viatura acidentada é tida como a causa do acidente. A vítima, de 27 anos, que residia em Lombo Branco ao aperceber da situação decidiu pular da carroçaria da viatura e acabou ter morte imediata ao embater  com a zona torácica no chão.


O acidente ocorreu quando 17 trabalhadores da Spencer Construções & Imobiliária deixaram o serviço e regressavam a sua zona de residência. Os operários seguiam numa viatura de caixa aberta, de marca Mitsubishi, que todos os dias após o encerramento dos trabalhos dessa empresa de construção civil fazia o percurso entre a cidade de Ribeira Grande e a localidade de Lombo Branco.

O certo é que ao chegarem a uma curva na estrada de Lombo Branco, a viatura se descontrolou e começou a deslizar em marcha-ré.  Arlindo não esperou pelo desfecho da situação, e optou por fazer um salto desse veículo, que culminou na sua morte, uma vez que sofreu graves traumatismos ao embater com o corpo no chão.

Os restantes ocupantes sofreram ferimentos ligeiros, e o condutor que sofre de tensão arterial foi submetido a uma observação médica no Hospital Regional João Morais.

Lavas engoliram Adega de Vinho da Cooperativa "Sodade" e terrenos agrícolas em Ilhéu de Losna

Confirmou-se aquilo que se previa. A adega de vinho do produtor Eduíno Lopes, filial da cooperativa “Sodade”, foi engolida pelas lavas na zona de Ilhéu de Losna, uma das principais propriedades de cultivo de videira em Chã das Caldeiras. 


A torrente atingiu a única via alternativa em direcção à Portela. Com o aproximar das lavas o viticultor, Eduíno Lopes responsável da adega "Sodade", viu-se obrigado a evacuar mais de 40 mil litros de vinho das suas propriedades, bem como os principais equipamentos. Mas a destruição da estrutura física representa uma perda em milhares de contos. 

Com a destruição da adega, outras habitações correm risco de serem afectadas.As escoadas lávicas ,que ganharam força nas últimas horas, consumiram parcelas agrícolas de cultivo de feijão, mandioca, vinha e macieira nesta localidade que era habitada por poucas famílias. A mesma frente da lava destruiu a única via alternativa que dava acesso a Portela ou a Bangaeira. 

A entrada só é feita a pé, desde de Ilhéu de Losna, a viagem demora mais de uma hora. Mantém-se o andamento da outra torrente de lava em direcção à Cova Tina, pondo em perigo grandes parcelas de terrenos agrícolas. Entretanto, a frente de lava que dista 3,5 quilómetros de Fernão Gomes continua estagnada, sem nenhum avanço no terreno. 

O vulcão entrou em erupção a 23 de Novembro, mas não fez nenhuma vítima mortal. De realçar que continua uma grande equipa no terreno, constituída pela Polícia Nacional, Forças Armadas, Protecção Civil municipal e nacional, sob a coordenação desta última, para garantir a segurança de Chã das Caldeiras. O vulcão está a ser monitorizado de forma constante pelos técnicos que querem estar ao corrente de qualquer alteração do quadro actual.

Radar News Online c/ FogoNews

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Trailer: "Doce Guerra", uma telenovela que espelha a história da sociedade cabo-verdiana

"Doce Guerra" foi escrito pela guionista portuguesa Lara Morgado e pretende revisitar o passado, fazendo uma contextualização histórica da sociedade cabo-verdiana desde 1937. O primeiro episódio foi gravado na capital do país e conta com um elenco maioritariamente nacional com participações da modelo Vanny Reis, Miss Cabo Verde e West Africa 2011, e dos actores Ché Gonçalves e Raquel Monteiro.


De acordo com Lara Morgado, escritora e guionista, "pretende-se que seja uma grande produção, mas tudo vai depender de parceiros e dos financiamentos que conseguirmos", diz. Trata-se de uma produção da Green Studio e houve a apresentação de um primeiro episódio que teve o objectivo mobilizar parcerias junto das instituições privadas e estatais para este grande empreendimento de produção audiovisual, assegura Lara Morgado.

Para assistir clique aqui Trailer

Jovens promovem Natal Solidário para crianças de Chã das Caldeiras

Prendas. Brincadeiras. E sorrisos. Um dia de alegria para as crianças do centro de acolhimento dos Mosteiros. Foi assim a festa realizada na quinta-feira, 18 Dezembro na cidade de Igreja. O Natal Solidário em prol das crianças de Chã das Caldeiras, obrigadas a abandonar as suas aldeias devido à erupção do vulcão que ocorre desde 23 de Novembro, é iniciativa de um grupo de jovens, concretizada com o apoio de instituições locais e centrais e um grupo vasto de padrinhos e madrinhas, aqui e na diáspora.


A madrinha da festa foi a primeira-dama de Cabo Verde. Lígia Fonseca está na região para participar em celebrações de Natal com as crianças do Fogo e da Brava. Nos Mosteiros, o Natal Solidário realizou-se no Auditório Municipal Pedro Pires. Teve também brincadeiras, o dia todo, no Largo Três Luzes.

De acordo com João Paulo Monteiro, um dos organizadores, com esta iniciativa os jovens pretenderam proporcionar momentos mais alegres às crianças deslocadas que estão a passar por um momento difícil. Devido ao sucesso do evento, o mesmo avança que a ideia é trabalhar, a partir de agora, na formalização de uma associação local para trabalhar em prol de todas as crianças de Chã das Caldeiras e, a médio prazo, abarcar também toda a ilha.