Estudante cabo-verdiana suicida-se na Bolívia

O corpo da jovem, de 26 anos foi encontrada sem vida na sua residência, e de acordo com a autópsia, a causa da morte é o suicídio por ingestão de produto químico.

STJ reduz pena de 25 anos para homem que assassinou a namorada

O Supremo Tribunal de Justiça reduziu a pena de 25 anos de prisão aplicada ao cidadão Adilson da Luz pelo assassinato da namorada, Nádia Aleixo.

Gatunos encapuçados assaltam loja e atacam funcionária com coronhadas de pistola na cabeça

A Polícia Nacional deteve um dos gatunos, que é reincidente na matéria de roubo e por ora regressou a prisão.

Jovem de Cruz João Évora baleado com boca bedjo no braço direito e nas nádegas

Durante uma rixa entre dois grupos, um jovem foi baleado, cujo disparo foi efectuado com uma pistola “boca bedjo”.

Ex agente da Polícia Nacional condenado a 12 anos e oito meses de prisão por matar o marido da enteada

Acusado de um crime de homicídio agravado, o juiz analisou os factos que culminaram no homicídio e fez a atenuação da pena.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Krisna : A melhor do voleibol cabo-verdiano em 2014 que almeja ser profissional

Nascido na ilha de Santo Antão, Krisna Fortes, da Académica do Mindelo está a singrar no voleibol cabo-verdiano. Com três títulos na carreira, o ponto alto para esta jovem de 22 anos aconteceu em 2014: sagrou-se campeã de Cabo Verde 2014, ao serviço da Micá. Para coroar a brilhante época, Krisna, irmã de Bia Santos, contratada pelo Boavista de Portugal, foi eleita a melhor jogadora de voleibol em Cabo Verde.
Krisna ao serviço da Micá (foto by Marcos "Xuster" Fonseca)
A jovem, que já representou a selecção cabo-verdiana aspira manter o lugar e dar o seu contributo ao país. Krisna não esconde que o voleibol é a sua modalidade desportiva favorita. A jovem revelou ao Radar News Online que começou a jogar aos 16 anos no Solpontense. Nesta equipa da cidade de Ponta do Sol, ilha de Santo Antão passou três anos e em 2011 conquistou o título regional.

Depois de alinhar pelo clube da cidade que o viu nascer, a nossa entrevistada atravessou o canal que separa a sua terra natal e a ilha de São Vicente para actuar uma época no Progresso. Depois rumou para a Académica do Mindelo, onde presta serviço e joga a central. Ao serviço da Micá, este ano Krisna ganhou o título regional e ganhou o passaporte para o nacional.

A Académica do Mindelo, que em 2013 viu o Paulense interromper-lhe um período de 10 anos a conquistar o título nacional. Mas, em 2014, as duas equipas voltaram a marcar encontro na final, e a Micá vingou a derrota anterior com um triunfo por 3-1. A Académica do Mindelo conquistou o 11º título nacional, numa competição onde Krisna foi figura de destaque e foi eleita a melhor em 2014. 

Questionada sobre o momento que lhe marcou a vida desportiva, Krisna afirmou que “tenho vários momentos que guardo na memória. Mas o mais importante foi quando jogava ao lado da minha irmã, Bia, no Solpontense. Éramos tão novas e já tínhamos ambição de vencer e chegar longe, e era emocionante como festejávamos os pontos. Ela era mais nova do que eu, contudo tinha uma garra, um poder de ataque extraordinária que me fazia até chorar a cada ponto”.


A entrevistada aspira trabalhar e mostrar o que sabe fazer de melhor "praticar o voleibol" e sentir-se “orgulhosa de si mesma”. Conclui dizendo que “sonho em jogar no exterior para ganhar novas experiências, depois de jogar pela selecção nacional. Espero ser chamada de novo a selecção porque é sempre bom competir e defender as cores do meu país”.

Ministério Público considera uma "pólvora ambulante" os profissionais armados que trabalham sob o efeito do álcool

O Procurador, Vital Moeda, representante do Ministério Público no processo-crime que acusa o ex agente da PN, Ilaugino Fortes pela morte do cidadão Celso “Chaka” em Ribeira de Craquinha pediu a condenação do arguido. Vital Moeda defendeu em Tribunal que Ilaugino deve ser acusado por homicídio agravado, cuja moldura penal é de 15 a 25 anos. Para o Procurador da República ficou provado ainda, que o arguido fazia o uso abusivo de bebidas alcoólicas e que o arguido era uma “pólvora ambulante” que acabou por explodir.

As alegações do Procurador, Vital Moeda surgiram na sequência da confirmação dos factos de que o ex agente PN era “alcoólatra”, tendo registo de que consumia bebidas alcoólicas durante o horário de serviço e na sua zona de residência.

Neste sentido, o caso do assassinato de Celso por parte de um ex agente da Polícia Nacional trouxe de novo para a praça pública a discussão sobre o facto de haver cidadãos a fazerem uso abusivo do álcool durante o exercício da profissão. Em particular, se os agentes da autoridade, cujo trabalho está associado ao combate à criminalidade, garantia da segurança das pessoas e dos reclusos detidos nas cadeias, podem estar alcoolizados e a resolverem “assuntos pessoais” com a própria arma de serviço.

Alcoolismo

Durante o julgamento, o juiz questionou o arguido se era verdade que fazia o uso abusivo de bebidas alcoólicas, e Ilaugino respondeu que “comecei a consumir em excesso a partir de 2006, e daí surgiram os problemas de alcoolismo. Em 2012 passei por um processo de desintoxicação”. Porém, Fortes sempre teve recaídas, sendo que chegou a ser desarmado e colocado a trabalhar em regime civil.

O arguido esteve internado nos Serviços de Psiquiatria do Hospital Baptista Sousa e teve acompanhamento no Centro de Atenção Psicossocial Álcool. O relatório médico requerido pelo Tribunal veio comprovar o histórico de uso abusivo de bebidas alcoólicas por parte do ex agente da PN, bem como os internamentos e que este tinha um quadro de ansiedade.

O Comando da Polícia Nacional tinha conhecimento da situação, sendo que foi a instituição a marcar uma consulta de psiquiatria ao seu ex funcionário. A nível disciplinar, Ilaugino Fortes teve a sua arma de serviço confiscada. Mas, ao dar sinais de recuperação foi integrado no serviço policial. Porém, um mês após cometer o homicídio, o ex agente que contava com 18 anos de serviço na PN viu o Ministério da Administração Interna determinar a sua demissão.

Prevenção

A defesa de Ilaugino, na voz do seu advogado, Edson Costa alegou que a Polícia Nacional agiu como Pilatos nesta situação. “Lavaram as mãos e aplicaram uma pena grave, a cessação das funções do agente policial. Não evitaram esta catástrofe, quando deveria desarmar o cidadão durante o período que restaria da sua carreira. A PN tinha conhecimento de que este abusava no consumo de bebidas alcoólicas e chegaram a levar-lhe ao tratamento”.

O causídico defende que quando decidiram desarma-lo, poderia tê-lo deixado a trabalhar em regime civil. “O que se entendeu e ficou no ar é que a PN agiu demonstrando ser uma instituição radical e disciplinada e retiraram-lhe o seu sustento. Antes poderia decidir pela reforma compulsiva e hoje não poderia estar nesta situação, que pode manter-lhe na prisão”.

Medidas

O certo é que as alegações do Procurador da República e do advogado vêm colocar a tónica na questão da problemática do uso de bebidas alcoólicas e outras substâncias por parte de agentes da polícia em exercício das suas funções. Para o Ministério Público, a situação de agentes policias, a trabalharem sob efeito do álcool trata-se de um perigo à sociedade, e que a qualquer momento pode ocorrer casos, como o do ex agente, Ilaugino.


O caso de Ilaugino Fortes terminou em tragédia com a morte do companheiro da sua enteada. Mas sabe-se que este foi mais um caso a acrescentar ao cenário de agentes da autoridade que, sob efeito do álcool, sacaram da própria arma de serviço para intentarem contra indivíduos. E para resolver esta situação, o Ministério da Administração está a tomar medidas disciplinares que vão do desarmamento e acompanhamento psiquiátrico, a reforma compulsiva e em última instância, a demissão. 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Craquinha: Ex agente da PN matou a vítima com quatro tiros à queima-roupa

O ex agente da Polícia Nacional, Ilaugino Fortes, de 46 anos começou a ser julgado pelo assassinato de Celso “Chaka”, companheiro da sua enteada. Fortes é acusado da prática de um crime de homicídio agravado, com três agravantes: uso de arma de fogo, crime à traição e por motivo fútil. Ilaugino justificou a sua conduta pelo facto de a vítima ter-lhe agredido e ofendido a sua honra na sequência de um desentendimento.

O caso da morte de “Chaka” ocorreu no dia 26 Julho 2013, por volta das 20h15m na residência do arguido, Ilaugino Fortes. A vítima de 30 anos residia no primeiro andar dessa casa com a enteada do ex agente da PN. Em causa esteve o facto de Celso ter acusado o filho do arguido de ter- lhe roubado 700 escudos.

Ilaugino Fortes, que estava a consumir bebidas alcoólicas numa loja nas proximidades da sua residência, ao ouvir um barulho vindo do interior da casa deslocou-se a esse local. “Ao chegar ouvi Celso a acusar o meu filho de 13 anos de ter-lhe roubado dinheiro. O menino estava a chorar e disse ao indivíduo que não poderia fazer tal afirmação sem provas, uma vez que nessa casa residia outras pessoas” afirmou o acusado.

O arguido assegurou que a sua honra foi ofendida a partir do momento que vítima lhe chamou nomes obscenos e que não era exemplo de Polícia. “Ainda falou que se possuo uma arma de fogo, ele e o irmão que era meu colega de profissão possuía pistola também. No interior da minha casa pegou-me no pescoço e bateu-me contra uma parede. Depois engalfinhamos e fomos separados por um vizinho”.

Tratou-se da testemunha Elísio que adiantou que ao pôr fim a briga, os envolvidos deram a entender que a situação estava resolvida, inclusive chegaram a dar um abraço. Porém, tratou-se de uma ilusão ao testemunha, Elísio que abandonou a casa.

Celso e Ilaugino voltaram-se a desentender e o ex agente da PN foi ao seu quarto, sacou da sua arma de serviço e atirou contra “Chaka”. A vítima, que se encontrava junto à porta de entrada da casa de Ilaugino foi atingida com três tiros no abdómen e um no braço.

Celso caiu junto a uma escada que dá acesso ao primeiro andar dessa residência e o arguido saiu a rua com a sua pistola, revelando que tinha disparado contra o companheiro da enteada. A vítima não resistiu aos traumatismos causados pelos disparos e faleceu na sequência de um choque hipovolêmico. Ilaugino Fortes, que contava com 18 anos ao serviço da PN foi detido em prisão preventiva.


Em Tribunal, Ilaugino Fortes justificou que a sua conduta surgiu em razão das ofensas físicas e a honra que sofreu da parte da vítima, com quem não tinha qualquer desavença, antes da ocorrência dos factos. Fortes disse ter pegado a arma para se defender. Mas, que se arrepende da sua conduta, pois matou uma pessoa.   

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Homem que atacou irmão à facada fica em prisão preventiva

O Tribunal da Comarca de Ribeira Grande aplicou a prisão preventiva ao indivíduo que agrediu o irmão à facada na localidade de Fajã de Bois, vale de João Afonso, ilha de Santo Antão. António Andrade vai aguardar o desfecho do caso na cadeia. Já Vitorino, dada a gravidade dos ferimentos foi evacuado de urgência para o Hospital Baptista Sousa, na ilha de São Vicente.
Tribunal da Comarca de Ribeira Grande
O caso ocorreu na sexta-feira, 3 Outubro na sequência de um desentendimento entre os dois irmãos, que terminou com uma tentativa de homicídio, com recurso a uma arma branca.

Segundo a Polícia Nacional, os dois indivíduos tiveram uma discussão e começaram a agredir-se com socos, quando António sacou uma faca e agrediu o irmão com vários golpes no corpo. Vitorino Andrade, de 45 anos foi transportado para o Hospital João Morais para receber tratamento médico.

Devido a gravidade dos ferimentos, Vitorino foi evacuado de urgência para o Hospital Baptista Sousa, na ilha de São Vicente. Quanto ao agressor, entregou-se a Polícia Nacional, que depois de realizar diligências entregou o processo e o cidadão as instâncias judicias para aplicação das medidas vigentes na lei.

Perante os factos lavrados no auto de detenção e pelas provas recolhidas pelo tribunal, o juiz entendeu que o arguido deveria aguardar o desfecho do caso na prisão. Deste modo, o magistrado aplicou-lhe prisão preventiva como medida de coacção e mandou encaminhar o indivíduo para a Cadeia de Ponta do Sol. 

Quanto ao processo-crime, este foi enviado para o Ministério Público para se apurarem os factos que culminaram nessa ocorrência. Terminada a fase de instrução, o MP deduzirá a acusação para que o suspeito seja submetido a julgamento.

CASO ESJB: PAICV defende que demissão por parte da Ministra de Educação foi "letal e traiçoeira"

Prossegue a polémica à volta do caso de ingerência da Ministra de Educação, Fernanda Marques no trabalho de gestão da direcção da Escola Secundária Jorge Barbosa, e que levou os membros da comissão administrativa a renunciarem os cargos. Em causa está a decisão da Ministra em mandar um aluno do ESJB repetir um teste, quando este alegou bloqueio psicológico. A direcção-cessante do ESJB tinha decidido com base em trâmites legais e após realizar diligências junto do MED, que o aluno não poderia repetir o teste.

O caldo entornou-se quando os encarregados de educação recorreram ao Ministério de Educação, que obrigou a escola secundária a acatar uma ordem da Ministra, Fernandes Marques, que deu ao aluno a oportunidade de repetir o teste. Descontente, os membros da direcção da escola colocaram os cargos à disposição. António Delgado, director-cessante adiantou que a ESJB entendeu que se tratava de uma situação que mexia com a igualdade de oportunidades e de tratamento diferenciado de alunos.

O MED aceitou sob pretexto de que ficaram nos cargos até o mês de Dezembro, pois o Ministério de Educação necessitava de tempo para criar condições para indigitar uma nova direcção para a escola. Mas, agora uma nova decisão do MED é a gota de água que faz renascer uma nova polémica.

"Quero, posso, mando"

A Ministra de Educação, Fernanda Marques decidiu não esperar pelo fim do primeiro trimestre e deu por finda a comissão de gestão da Escola Secundária Jorge Barbosa, liderada por António Delgado. O despacho aconteceu a 16 Setembro, porém só no dia 1 Outubro é que a direcção-cessante teve conhecimento dessa decisão. Fernanda Marques voltou a tirar mais uma decisão arbitrária da cartola, que pode ter consequências na gestão de um estabelecimento de ensino

Contestação

Perante esta situação, a Comissão Política Regional do PAICV, na ilha de São Vicente, na voz do seu presidente, Alcides Graça que considera o processo de afastamento da direcção da escola “rápido, letal, extemporâneo  e traiçoeiro” e assegura que Fernanda Marques deve acarretar as responsabilidades por eventuais dificuldades no funcionamento da Escola Secundária Jorge Barbosa.

O PAICV elogia o trabalho de excelência da antiga direcção da escola e considera que nada justifica a forma como ela foi afastada por ordem de Fernanda Marques. O certo é que esta posição defendida pela Comissão Política Regional do PAICV vem engrossar a lista de quem se posiciona contra a forma como a Ministra de Educação age em relação aos estabelecimentos de ensino em Cabo Verde.

Na sequência do caso da Escola Secundária Jorge Barbosa, o presidente da UCID, António Monteiro pediu a demissão da Ministra, Fernanda Marques, posição defendida ainda por vários cidadãos. O MpD pediu a intervenção do chefe do Governo, e José Maria Neves veio a público defender a Ministra que tutela o MED: “mantenho a inteira confiança na senhora Ministra que está a fazer um grande trabalho”. E, agora com toda esta contenda, cabe a JMN tomar a melhor decisão, num caso onde afirmou ter sido “partidarizado e politizado”.



domingo, 5 de outubro de 2014

Briga entre irmãos culmina em agressões à facada

Está internado no Hospital Baptista Sousa, ilha de São Vicente, um homem de 45 anos esfaqueado na sequência de uma briga com um irmão no 3 Outubro. O desentendimento terminou com uma tentativa de homicídio na zona de Fajã dos Bois, vale de João Afonso, por parte de António Andrade, que atacou o irmão, Vitorino com uma faca.
Vale João Afonso (foto by blog Ao Cabo e ao Verde)
Segundo a Polícia Nacional, os dois irmãos tiveram uma discussão e começaram a agredir-se com socos, quando António sacou uma faca e agrediu o irmão com vários golpes no corpo. Vitorino Andrade foi transportado para o Hospital João Morais para receber tratamento médico.

Devido a gravidade dos ferimentos, Vitorino foi evacuado de urgência para o Hospital Baptista Sousa, na ilha de São Vicente. O Radar News Online apurou que “a vítima deu entrada no Banco de Urgência do HBS onde passou por um processo de observação. O paciente teve de ser submetido a uma intervenção cirúrgica. O seu estado de saúde vai continuar em análise, pelo que vai permanecer no HBS para receber tratamento médico e recuperar das lesões sofridas”.


Quanto ao agressor, entregou-se a Polícia Nacional que esteve a realizar diligências para apurar os factos que motivaram a agressão com recurso a uma arma branca. António Andrade ficou detido para ser entregue as instâncias judiciais. Isto, para que o Juízo Crime lhe aplique as medidas de coacção vigentes na lei, que se adequarem as circunstâncias do crime.    

Caçubody volta assombrar Alto Miramar: Jovem fica sem a sua bolsa

O Radar News Online apurou que uma jovem foi assaltada na zona de Alto Miramar, ilha de São Vicente. A cidadã, que reside nessa localidade foi atacada por um indivíduo, que roubou-lhe a sua bolsa que continha alguns pertences. A Brigada Anti-Crime esteve no local a realizar diligências para recolher dados sobre o assalto e identificar o autor do crime.
Local onde a jovem foi assaltada
O assalto aconteceu por volta da meia-noite, quando a vítima se dirigia para a sua residência. O gatuno aproveitou da ausência de pessoas nessa rua para cometer o delito. Após o roubo, a cidadã foi auxiliada por alguns moradores que ouviram os gritos a pedir socorro.

Por seu lado, o caçubodista pôs-se em fuga levando a bolsa que continha alguns pertences da jovem. A Brigada Anti-Crime deslocou ao local para averiguar os factos relacionados com a ocorrência e deteve para identificação alguns suspeitos de praticarem assaltos na ilha de São Vicente que rondavam essa área, depois do ataque.

O caso está sob investigação criminal para que o autor do crime seja detido e entregue as instâncias judiciais para a aplicação das medidas vigentes na lei. Com registo de mais um assalto na zona de Alto Miramar, os moradores mostram-se preocupados com o ambiente de insegurança.

Este foi mais um caso que veio engrossar a lista de caçubody nesse bairro. Pois, os assaltos contra pessoas continuam a assombrar Alto Miramar, local que por vezes, dada a ausência de pessoas nas ruas cria um ambiente propício para os meliantes atacarem quem circula nessa zona.