Estudante cabo-verdiana suicida-se na Bolívia

O corpo da jovem, de 26 anos foi encontrada sem vida na sua residência, e de acordo com a autópsia, a causa da morte é o suicídio por ingestão de produto químico.

STJ reduz pena de 25 anos para homem que assassinou a namorada

O Supremo Tribunal de Justiça reduziu a pena de 25 anos de prisão aplicada ao cidadão Adilson da Luz pelo assassinato da namorada, Nádia Aleixo.

Gatunos encapuçados assaltam loja e atacam funcionária com coronhadas de pistola na cabeça

A Polícia Nacional deteve um dos gatunos, que é reincidente na matéria de roubo e por ora regressou a prisão.

Jovem de Cruz João Évora baleado com boca bedjo no braço direito e nas nádegas

Durante uma rixa entre dois grupos, um jovem foi baleado, cujo disparo foi efectuado com uma pistola “boca bedjo”.

Ex agente da Polícia Nacional condenado a 12 anos e oito meses de prisão por matar o marido da enteada

Acusado de um crime de homicídio agravado, o juiz analisou os factos que culminaram no homicídio e fez a atenuação da pena.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Zezinho Catana matou homem com pedra de 15 kgs para vestir suas roupas de ganga

Zezinho Catana é acusado de matar duas mulheres na Ilha de São Vicente e nos próximos dias vai conhecer a sua sentença, onde os indícios apontam que será absolvido por falta de provas. Mas, é certo que Catana, de 51 anos tem um histórico criminal com crimes hediondos que começaram nos anos 80. É o caso do assassinato de um homem na Ilha de Santo Antão: Catana esmagou-lhe a cabeça com uma pedra com mais de 15 kgs para roubar um blusão e umas calças de ganga. Condenado a 23 anos e seis meses de prisão, por bom comportamento cumpriu cerca de 20 anos de reclusão.


O Radar News Online apurou que antes de matar Djô D´ Vina, Zezinho Catana havia cumprido pena por tentativa de homicídio. A morte de Djô ocorreu na localidade de Mão Pra Traz, na Cidade de Ribeira Grande, mas segundo o que apuramos esse homicídio foi premeditado pelo autor. É que no dia da ocorrência, Catana apetitou-se pelas roupas da vítima que nesse período andavam na moda em Cabo Verde.

"Djô D´ Vina era um jovem trabalhador, e que com as economias que detinham gostava de andar bem vestido com roupas que andavam na moda no país. Nesse dia havia festa em algumas localidade e ele trajava um blusão e calças de ganga. Catana enfeitiçado pelo poder de ter essas roupas seguiu a vítima por todos os locais onde este foi, sendo a última vez em Pinhão. Perante a perseguição e a tentativa de roubar as suas roupas, Djô seguiu em direcção a zona de Mão Pra Traz onde tinha alguns conhecidos na perspectiva de pedir socorro" explica a nossa fonte.  

Mas, a entrada dessa localidade apercebendo da tentativa de fuga, Zezinho Catana atacou a vítima com uma pedra de calçada e este caiu ao chão. O mesmo alcançou uma pedra com mais de 15 kgs e esmagou a cabeça de Djô D´ Vina e retirou-lhe as suas vestes. Depois de vestir o blusão e as calças de ganga abandonou o local rumo a zona de Povoação.

"De manhãzinha um alvoroço tomou conta de Mão Pra Traz quando encontraram o corpo do homem. Ninguém sabia de que se tratava e a preocupação tomou conta de algumas famílias perante a ausência de familiares com características parecidas com o morto. No início na foi fácil a Polícia identificar a vítima até surgir entre os curiosos uma testemunha, uma pessoa que chegou da Povoação. Sem papas na língua declarou tratar de Djô D´ Vina e que o tinha visto de madrugada e que atrás dele seguia Zezinho Catana".

Confrontado com os factos pela Polícia, Catana que ainda trajava as roupas da vítima confessou ser o autor do crime. Levado a Tribunal disse que matou o homem para lhe retirar um blusão e as calças de ganga que nessa altura andavam de moda em Cabo Verde. 

No dia 16 de Abril de 1989, Zezinho Catana deu entrada na Cadeia Central de São Vicente para cumprir pena de 23 anos e seis meses pela prática de um homicídio  na localidade de Mão Pra Trás, Santo Antão. O seu bom comportamento valeu-lhe a saída da prisão antes de concluir a totalidade da pena, isto é, saiu da prisão no dia 19 de Março de 2009. E, agora está onde passou a maior parte da sua vida, a cadeia, na medida que em 2013, na Ilha de Santiago matou e esquartejou um homem de Santo Antão que lhe deu guarida na sua residência

domingo, 15 de março de 2015

Vitória de Setúbal vence duelo diante do Vitória de Guimarães com golo de Rambé

Em duelo de Vitórias, o de Setúbal surpreendeu o de Guimarães no Estádio D. Afonso Henriques ao ganhar por 0x1, naquele que é um regresso aos triunfos dos sadinos e que lhes permite dar um pulo na tabela classificativa. O cabo-verdiano, Rambé que está ao serviço dos sadinos por empréstimo do Sporting Braga, até o final da épca foi o autor do golo que garantiu os três pontos. 

Rambé (foto retirado do facebook do jogador)

O Vitória de Guimarães procurava frente ao Vitória de Setúbal dar um pontapé na série de maus resultados que tem averbado na segunda volta do campeonato, mas a verdade é que ainda não foi desta que o conjunto orientado por Rui Vitória voltou a conhecer o doce sabor da vitória.

Após uma primeira parte sem golos, a formação visitante, treinada por Bruno Ribeiro, aproveitou os primeiros minutos da etapa complementar para se colocar na frente do resultado. Rambé, aos 51 minutos, bateu Douglas e acabou por assinar aquele que viria a ser o único golo do encontro.

Perante este resultado, o Vitória de Guimarães continua com 40 pontos e mantém o quinto lugar na classificação, que garante por agora a presença nas competições europeias na próxima temporada. Por sua vez, o Vitória de Setúbal luta por outros objetivos e soma 23 pontos, passando do 16.º para o 14.º posto, estando 4 pontos acima dos lugares de despromoção.

Fonte Zerozero.pt

Nautilus: um ponto de encontro a vista do Monte Cara e da Baía do Mindelo

Numa passagem pela Av. Marginal, nas imediações da Marina do Mindelo, ao lado da Praça Nhô Roque deparei com um novo estabelecimento que nasce na Ilha de São Vicente, o Nautilus, um espaço que presta serviço de bar, grills, um restaurante de tapas, com óptimos petiscos, sumos e bebidos num ambiente tradicional que destaca a Morabeza na Cidade do Mindelo pela sua estrutura exímia e com um atendimento de requinte.


À entrada encontrei uma boa recepção da parte de dois jovens encarregues de prestar informações e entregar os cartões de serviço. No interior o ambiente com retracto da cultura cabo-verdiana começa a cativar quem procura os préstimos do Nautilus, onde a tranquilidade, o bem-estar, a simpatia, hospitalidade dos responsáveis e dos empregados, são palavras de ordem, para um local de encanto situado a beira da Baía do Mindelo e com os olhos aguçados para o Monte Cara encoberto por um esplendor de sol.

Nautilus é um espaço atractivo para quem procura um bom petisco, um bom sumo ou batido,  um bom vinho, ou aquilo que preferires, pois o ambiente e o atendimento nos cativa e o número de pessoas que encontrei ali demonstrou que Nautilus  é uma boa aposta no sector da restauração.

E, dada a sua localização permite-nos desfrutar de vários sabores e ambientes, e quer no interior onde há um design artístico natural, representação do mar, quadros com excertos da cultura cabo-verdiana, e dois bares, um ao ar livre, e outro para quem procura estar mais reservado a apreciar a beleza do interior e imaginar uma viagem de bote pelo encanto do Nautilus que funciona fruto do trabalho de uma equipa atractiva. Para apreciar as delícias e desfrutar do ambiente desse espaço é só fazer uma visita, porque de passagem por lá fiquei encantado.

Fotogaleria








































Stevenn Silva artigo opinião)


quarta-feira, 11 de março de 2015

Defesa de Zezinho Catana pede absolvição com base no princípio in dubio pro reo

A defesa de Zezinho Catana assegura haver elementos que permitem absolver o indivíduo da acusação de assassinato de Alice Reis e Maria Chandim, na Ilha de São Vicente. O advogado, Jorge Semedo sublinhou que faltam provas para atestar a veracidade dos factos da acusação. O causídico criticou a postura da PJ nesse processo-crime e adiantou que Zezinho Catava deve ser absolvido. Pois, a Polícia Cientifica imputou-lhe factos sem prova, e queria que a base de pancada o homem assumisse a morte de Chandim e o desaparecimento de Alice.  


O advogado, Jorge Semedo afirmou que “a averiguação feita pela PJ foi péssima e o Ministério Público na instrução baseou-se nos factos da Polícia Cientifica, e assim ajudou a defesa a encontrar elementos que beneficiam o arguido, que assegurou ter sido espancado pela PJ da Praia para assumir a autoria da morte de Chandim e desaparecimento de Alice Reis”.

O representante de Zezinho Catana lembrou em Tribunal que a confissão não é o único meio de prova, e que o juiz deve ter em conta a forma como ocorreu o interrogatório na Cidade da Praia, que não respeitou os princípios legais vigentes no Código Processo Penal. O causídico sublinhou que a acusação se trata de uma invenção da PJ, e o que vale é o que José Victor disse perante o juiz: negou a autoria dos crimes de homicídio agravado contra Alice e Maria.

Jorge Semedo alegou que “as autoridades criminais nada fizeram perante os casos relacionados com as duas mulheres. Apenas quando ele matou um homem na Praia é que vieram com a teoria que ele era suspeito, e a base de agressões obrigaram-no a dizer que matou Alice e Maria Chandim e deram-lhe alguns documentos para assinar. O que aconteceu é que a PJ imputou ao arguido a autoria de dois homicídios, e quis que ele assumisse os factos que não têm nenhum fundamento”.

O advogado faz fé na certidão de óbito de Maria Chandim para atestar as declarações de Zezinho Catana, de que não matou a mulher. Quanto a Alice Reis disse que pelo facto de ter sido dada como desaparecida, o Ministério Público não pode vir declarar a sua morte através de um homicídio (isto porque não há corpo, nem arma de crime).

No final a defesa sublinhou que se trata de um processo-crime onde é remitente o princípio de “in dúbio pro reo”, na medida que favorece o réu sendo que “há dúvidas e faltam provas verídicas”, e sendo assim o Tribunal deve absolver Zezinho Catana dos dois crimes de homicídio agravado e ocultação de cadáver.   

Por seu lado, o representante do Ministério Público, o Procurador, Vicente Silva revelou que há uma confissão pormenorizada a PJ por parte do arguido, sabendo de antemão que falta elementos materiais para sustentar a acusação. O magistrado falou da personalidade de Zezinho Catana que num primeiro momento assumiu os crimes, e agora em Tribunal veio negar.

O Procurador assegurou que o MP levou em conta as declarações do arguido para sustentar a acusação e que as descrições com pormenores “são pouco razoáveis de serem inventadas”. Para o Ministério Público ficou a convicção de que Zezinho Catana matou as duas mulheres, apesar de saber que para haver condenação é preciso haver provas. “Há uma dificuldade em matéria de provas materiais relativamente a esses dois casos. Mas, o Tribunal é livre na apreciação das provas e o que pedimos é a justiça que se entender adequar ao processo-crime”. A sentença acontece no dia 20 Março pelas 9 horas.     






Morte de Maria Chandim: Filhos revoltados com certidão de óbito que absolve Zezinho Catana

Zezinho Catana disse em Tribunal que não matou Maria Chandim. Os filhos de Chandim asseguram que Zezinho é o principal suspeito, perante uma certidão de óbito a revelar o enfarte agudo miocárdio e etilismo crónico como causas da morte. Finda a audiência de julgamento, em tom de revolta os familiares de Maria Chandim sublinharam que as autoridades criminais e médicas não contribuíram para a descoberta da verdade sobre a morte da falecida. E, assim, dizem que Zezinho Catana vai ser absolvido por falta de provas.



É que, o Ministério Público não conseguiu esclarecer como ocorreu a morte de Maria Chandim, e ainda de que forma o suspeito, Zezinho Catana matou essa mulher. Os inspectores da PJ que foram a casa de Maria quando o seu corpo foi encontrado sem vida revelaram ter dificuldades em recordar os factos ocorridos durante as averiguações, sendo certo que o corpo estava em estado de decomposição. 

Por sua vez, a delegada-substituta na altura, Fátima Silva alegou que na impossibilidade de deslocar ao locar para analisar o cadáver disse aos agentes da PJ para que fizessem o seu trabalho, e que enviassem o corpo a Casa Mortuária, a fim de ser analisada pela médica.

Fátima Silva disse que o corpo estava em estado de decomposição e que não foi realizada uma autópsia, apenas um exame de hábito externo, com observações e na sua dedução tratou-se de uma morte natural. Revelou que foram feitos os necessários procedimentos porque o mau cheiro e as condições do cadáver não permitiam “mais” e que a provável a causa da morte com bases nas suas análises foi um enfarte, isto é, uma causa natural, porque não encontrou vestígios de agressão, nem ferimentos.

Perante o relatório médico, a defesa de Zezinho Catana defendeu que este não pode ser condenado por uma homicídio que não cometeu, visto que a certidão de óbito declara a morte natural como causa da morte, e que o arguido revelou não ter motivos para assassinar a mulher que lhe deu guarida na sua residência.

O certo é que os filhos à saída do julgamento criticaram a postura da PJ e da delegada-substituta, aquando da morte de Maria Chandim. De acordo com estes, as autoridades criminais e médicas deram um tratamento discriminatório a cidadã, dado terem dito a PJ que Maria foi morta. Porém, que a Polícia Judiciária não levou isso em conta durante as averiguações, e que a delegada-substituta não foi ao local onde estava o corpo de Maria Chandim, limitando a observar o cadáver na Casa Mortuária.

Os filhos de Maria Chandim revoltados com as “fortes hipóteses” de absolvição defenderam que “Zezinho Catana foi ajudado com as mentiras. Ele negou o que confessou a PJ e em Tribunal a defesa pega do certidão de óbito para pedir a sua absolvição. Logo, o que fica claro é que as autoridades médicas contribuíram para que a sua versão fosse entendida como verdade dos factos. Esta situação poderia ser evitada se na altura tivessem autopsiado o corpo da nossa mãe”.
 

Zezinho Catana defende que “PJ espancou-me para assumir assassinatos de Alice e Chandim”

José Victor Fortes, de 51 anos conhecido por Zezinho Catana negou a autoria dos assassinatos das cidadãs Alice dos Reis e Maria Chandim na Ilha de São Vicente nos meses de Julho e Agosto 2012. O serial killer de Cabo Verde defende as acusações revelando que chegou de dizer a PJ da Praia que matou as duas mulheres, isto quando averiguava a morte do colega de quarto, José dos Anjos, assassinado e esquartejado por Catana. Zezinho disse a Tribunal que não matou Alice e Chandim, que só confessou porque para esclarecer essas mortes, inspectores da PJ espancaram-no, e para safar das “duras agressões” fez uma confissão, que não passou de uma invenção da PJ.


O representante do Ministério Público questionou Zezinho Catana qual as motivações para lhe imputarem o assassinato de Alice e Maria Chandim. O arguido revelou que o Departamento da PJ na Cidade do Mindelo levou m conta aquilo que disse na Praia num momento em que estava a ser espancado para assumir a autoria dessas mortes. Catana defendeu que não matou Alice, pessoa que inicialmente na audiência de julgamento afirmou desconhecer, e que depois veio a afirmar que chegaram de encontrar em duas ocasiões.  

Zezinho revelou que os inspectores da PJ na Praia, aquando do assassinato de José dos Anjos utilizaram a sua estratégia e assim imputaram-lhe a prática de dois homicídios na Ilha de São Vicente, isto é, a morte de Alice e Maria Chandim. Mas, o certo é que as averiguações realizadas após saberem que Catana conviveu com as duas mulheres antes de fugir para a Cidade da Praia, onde viria a matar um homem, depois de cumprir pena de 19 anos e seis meses por matar um indivíduo em Santo Antão, esmagando-lhe a cabeça com uma pedra com mais de 15kgs.

De acordo com as investigações da PJ, o desaparecimento de Alice em Julho 2012 e a morte de Chandim em Agosto desse ano tinha uma ligação. Isto é, que no dia do desaparecimento de Alice esta estaria na companhia de Catana e que depois de um desentendimento, o homem matou a cidadã e enterrou o corpo, que foi desfeito em partes.

Sobre estes factos, Zezinho negou e afirmou que a PJ quis através de agressões físicas que assumisse essa morte. “Para escapar das pancadas que foram muitas disse que matei-a e depois queimei o corpo e que atirei partes ao mar. Mas, a verdade é que foi uma invenção porque pensei que me iam matar de pancada, sendo certo que já tinha assumido a morte de José dos Anjos e ia pagar por esse crime. Não fiz nada com Alice, o que está no processo são mentiras”.

Quanto a morte de Maria Chandim, Catana disse que era incapaz de matar a sua tia, pessoa que “sempre me tratou bem desde da minha saída da prisão”. O arguido revelou que convivia com Chandim, que esta chegou de dar-lhe guarida na sua habitação em Fonte Francês. Questionado pelo juiz se matou a mulher, este referiu que não inclusive dormiu na casa desta nas vésperas de ser encontrada morta. Mas, que tentou falar com Maria, mas o filho, Adilson, conhecido por Russ impediu-lhe referindo que a mãe estava a dormir.

Levado pelo sua personalidade caracterizado por jogos de palavra adiantou que nunca falou Maria Chandim a cerca do desaparecimento de Alice e que se a tia foi morta, o principal suspeito deve ser Russ, o filho desta que morava na habitação da falecida. O que se resume da sessão de audiência de julgamento que decorreu até as 13 horas e que será retomada as 5h, é que Zezinho Catana nega a autoria dos homicídios que recaem sobre a sua pessoa.

Filho de Maria Chandim tenta agredir Zezinho Catana durante julgamento

Nesta Quarta-feira, 11 de Março por volta das 10h22m o filho de Maria Chandim conhecido por “Tchida” estava a assistir o julgamento de Zezinho catana, levantou-se do lugar onde se encontrava e tentou agredi – lo, apanhando de surpresa o juiz, o arguido e as pessoas que assistiam o julgamento.


O Corpo de Intervenção e os agentes prisionais tiveram de agir perante a tentativa de agressão. Tchida foi detido e os familiares das vítimas ficaram revoltados. O julgamento foi suspenso e os familiares retirados do atrio junto a sala de audiência. Ás 10h34 reunidas as condições de segurança o juiz deu seguimento ao julgamento que decorreu até as 13 horas sem sobressaltos. 
Em actualização