Estudante cabo-verdiana suicida-se na Bolívia

O corpo da jovem, de 26 anos foi encontrada sem vida na sua residência, e de acordo com a autópsia, a causa da morte é o suicídio por ingestão de produto químico.

STJ reduz pena de 25 anos para homem que assassinou a namorada

O Supremo Tribunal de Justiça reduziu a pena de 25 anos de prisão aplicada ao cidadão Adilson da Luz pelo assassinato da namorada, Nádia Aleixo.

Gatunos encapuçados assaltam loja e atacam funcionária com coronhadas de pistola na cabeça

A Polícia Nacional deteve um dos gatunos, que é reincidente na matéria de roubo e por ora regressou a prisão.

Jovem de Cruz João Évora baleado com boca bedjo no braço direito e nas nádegas

Durante uma rixa entre dois grupos, um jovem foi baleado, cujo disparo foi efectuado com uma pistola “boca bedjo”.

Ex agente da Polícia Nacional condenado a 12 anos e oito meses de prisão por matar o marido da enteada

Acusado de um crime de homicídio agravado, o juiz analisou os factos que culminaram no homicídio e fez a atenuação da pena.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

PJ confirma a apreensão de 9570 quilos de cocaína a bordo do cargueiro ESER no Porto da Praia


A Polícia Judiciária de Cabo Verde pela via de um comunicado acaba de avançar as informações sobre a Operação “ESER”. Com registo do nome da embarcação de registo panamenho, a PJ avança que foram apreendidos 260 fardos, com o peso bruto de 9570 kg contendo no interior desses fardos um produto, que submetido a teste rápido reagiu positivamente para cocaína.

Foto cedido pela PJ
Na sequência da operação foram detidos 11 cidadãos, todos de nacionalidade russa, os quais serão presentes as autoridades judiciárias competentes, para validação das detenções e aplicação das medidas de coacção.

De acordo com a Polícia Judiciária, que o cargueiro, oriundo da América do Sul, tinha como porto de destino TANGER, Marrocos. “O cargueiro fez entretanto, uma escala no Porto da Praia, para cumprir os procedimentos legais relacionados com a morte, a bordo, de um dos tripulantes. Todavia, antes, a PJ já estava na posse de informações de que se tratava de uma embarcação suspeita de transportar uma quantidade indeterminada de estupefacientes”.

A Direcção Central da PJ sublinha que esta operação foi desenvolvida, na sequência de um processo de instrução resultante da troca de informação operacional com o MAOC-N (Maritime Analysis and Operations Centre - Narcotics ) com sede em Lisboa.
A Polícia Judiciária na operação de busca, descarga, acondicionamento, transporte e guarda do produto apreendido contou com a cooperação e suporte técnico da Polícia Judiciária Portuguesa, da Polícia Nacional Francesa, bem como da habitual colaboração das forças de segurança nacionais, designadamente, as Forças Armadas, Policia Marítima, e, ainda, da ENAPOR e do Porto da Praia.

Suspeitas apontam que cocaína veio das Caraíbas e seguia para Europa à bordo do cargueiro ESER


A Polícia Judiciária de Cabo Verde está envolvida numa operação transnacional que permitiu fazer a maior apreensão de cocaína no país. As informações, ainda por confirmar por parte da polícia científica apontam para cerca de 10 toneladas e a volta de 12 tripulantes detidos. O Radar News Online continua a averiguar a operação “ESER”, nome do navio panamenho em que foi encontrado a droga. As suspeitas apontam que a quantidade de cocaína apreendida no Porto da Praia teve proveniência das Caraíbas e seguia para o continente europeu.

Fotomontagem by Radar News Online

Nas próximas horas, as autoridades criminais de Cabo Verde deverão se pronunciar sobre os factos que envolveram uma mega-operação transnacional e que se saldou pela apreensão de mais de 200 fardos contendo em média cerca de 10 toneladas de cocaína, na detenção de mais de dez tripulantes de nacionalidades estrangeiras e na retenção do cargueiro ESER, com registo no Panamá, na propriedade de “Step Sg Corp”, desde 2013.

Apreensão

Pelas informações recolhidas, a apreensão foi o culminar de uma operação de combate ao tráfico ilícito de estupefacientes por via marítima, com a Polícia Científica de Cabo Verde a ser alertada pela Interpol de que o cargueiro internacional, ESER com IMO 8415158/MMSI 353595000 teria que ser alvo de buscas por suspeitas de transporte de droga, assim que aportasse em Cabo Verde.

A PJ com o apoio das Forças Armadas e da Polícia Nacional cumpriu a sua missão de averiguar o caso e comprovou a denúncia. Os factos revelam que fardos contendo cocaína com elevado grau de pureza estavam no porão da embarcação e acondicionados num contentor. Diante disso, a PJ confiscou o carregamento de droga e procedeu a detenção de mais de dez pessoas que faziam parte da tribulação, bem como reteve o cargueiro no Porto da Praia.

Buscas

Pelo que se sabe das nossas fontes “a PJ prossegue com a operação pois quer esclarecer todos os meandros deste caso de tráfico internacional de estupefacientes que acabou por ser interceptado em Cabo Verde através de uma congregação de esforços entre forças nacionais e os organismos internacionais que regem o combate ao tráfico ilícito de drogas. Neste sentido, em momento oportuno a autoridade criminal avançará com a precisão da quantidade de cocaína apreendida, bem como o número de detidos e nacionalidade, e ainda a proveniência e o possível destino”.

O certo é que as nossas averiguações apontam suspeitas de que o transbordo da droga ocorreu no continente americano, na região das Caraíbas, entre as ilhas de Aruba e Curaçao e tinha como destino à Europa.

Suspeitas

Os dados recolhidos pelo Radar e confirmados através de uma plataforma que fornece informações em tempo real sobre os movimentos dos navios e a localização atual dos navios em portos e alto mar, revelam que o navio saiu do porto de Ceuta, região autónoma de Espanha no dia 05 de Dezembro de 2018, pelas 22h44 min. Mas, o recente percurso traçado pelo navio ESER, que antes de chegar a Ceuta tinha estado na Tunísia e Turquia alertou a atenção das autoridades internacionais de combate ao tráfico de estupefacientes, que assim passaram a fazer a monitorização do cargueiro e a sua tripulação.  

A estadia da embarcação por vários dias nas Caraíbas, com último registo no dia 11 de Janeiro, com movimentações estranhas em alto-mar entre Aruba e Curaçao aprofundou as suspeitas da Interpol.

Retenção

É que segundo as nossas investigações esta região do continente americano formada pelo Mar do Caribe tem sido utilizada por organizações criminosas de dimensão transnacional implantada em diversos países de diferentes continentes para fazer o armazenamento de droga, para de seguida fazer o seu transbordo em embarcações, e que depois utilizam os países da África Ocidental como rota adicional para a entrada de cocaína na Europa.

Desta vez foi o caso do navio ESER que acaba de ser aprendido depois de dar entrada em Cabo Verde no dia 30 de Janeiro. A embarcação está retida no Porto da Praia e a sua tripulação sob custódia das autoridades criminais. A investigação prossegue a cargo da Polícia Judiciária em cooperação com o Ministério Público e autoridades internacionais, a fim de descobrir os meandros deste caso de tráfico de estupefacientes, e apresentar os suspeitos as instâncias judiciais para a aplicação das medidas de coacção.   


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

PJ atinge recorde de maior apreensão de cocaína em Cabo Verde à bordo de cargueiro panamenho


Na tarde desta quinta-feira, 31 de Janeiro, em concertação com a INTERPOL, a Polícia Judiciária de Cabo Verde, através da Secção Central de Investigação de Tráfico de Estupefacientes (SCITE) procedeu a uma mega-operação no Porto da Praia que resultou na apreensão de cerca de dez toneladas de cocaína, conservado em mais de 200 fardos à bordo do navio ESER. O Radar News Online sabe que a tripulação, cuja nacionalidade ainda é uma incógnita está sob a custódia da PJ e o cargueiro de bandeira panamenha está retido no Porto da Praia. E pelas informações recebidas descarta-se a presença de tripulantes cabo-verdianos.


A Polícia Judiciária fez esta tarde a maior apreensão de droga no território cabo-verdiano, com os valores a aproximar das 10, que será confirmada pela PJ após a última pesagem. A operação que contou com o apoio das Forças Armadas ocorreu no Porto da Praia e teve como alvo o general cargo ESER, um navio com registo no Panamá, com IMO 8415158/MMSI 353595000, construído em 1985.


De acordo com informações recolhidas pelo Radar News Online, a embarcação estava sob investigação da INTERPOL por suspeita de envolvimento no narcotráfico. Desde da sua saída no dia 05 de Dezembro de 2018, pelas 22h44 min, do porto de Cidade de Ceuta, uma região autónoma de Espanha, que as autoridades internacionais de combate ao tráfico de estupefacientes passaram a monotorização o ESER e a sua tripulação.

Assim depois de cerca de dois meses em alto-mar e tendo o navio passado pela região das Caraíbas entre Aruba e Curaçao no dia 11 de Janeiro , o navio deu entrada ontem, 30 de Janeiro, às 15h18min no Porto da Praia, situação que possibilitou uma congregação de esforços entre a INTERPOL e a Polícia Judiciária de Cabo Verde para se certificar se de facto o ESER escondia um carregamento de droga.

As suspeitas se confirmaram nesta quinta-feira quando agentes da PJ destacados para fazerem as buscas pelos compartimentos do navio. Os mais de 200 fardos contendo cocaína com elevado grau de pureza foram detectados em um contentor que seguia a bordo da embarcação e que estava acondicionado no porão.

O Radar News Online tentou saber o número de tripulantes, bem como a sua nacionalidade, mas não foi possível. O que conseguimos saber é que toda a tripulação ficou sob custódia da Polícia Judiciária para interrogatório a fim de se saber o seu envolvimento no acondicionamento, no transporte, qual o seu destino e quem serão os verdadeiros donos dessa droga.  

A Polícia Judiciária tem agora em mãos a operação “ESER” para esclarecer todos os factos e descobrir os meandros deste caso de tráfico internacional de estupefacientes. Nas próximas horas, a PJ irá apresentar ao Ministério Público os resultados desta investigação e os factos averiguados nesta apreensão para que as medidas legais que se impõe possam ser tomadas. E pelo que o Radar News Online apurou as Forças Armadas e a 
Polícia Nacional estão a garantir apoio à PJ para salvaguardar a retenção da droga apreendida, bem como o navio que se encontrado retido no país.

Quanto a tripulação do ESER é certo que findo todo o processo de averiguações serão apresentados perante o juiz competente, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coacção que se entender serem adequadas ao processo. E tudo indica pela gravidade dos factos, o Tribunal poderá aplicar a prisão preventiva com base nas normas do artigo 290 º do Código Processo Penal, isto caso, o juiz entender que há “fortes indícios de prática criminosa” e de haver envolvimento da tripulação no caso “ESER”.


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Advogado Amadeu Oliveira vai a julgamento sob acusação de 14 crimes


Nas próximas semanas, o advogado, Amadeu Oliveira vai sentar-se no banco dos réus do Juízo Crime do Tribunal da Comarca da Praia em virtude das denúncias de haver “máfia instalada no sistema judicial cabo-verdiano”. O Radar News Online sabe que o causídico foi indiciado pelo Ministério Público da prática de 14 crimes, de entre eles, injúria, calúnia e difamação. O advogado foi notificado de que o seu julgamento está previsto para o dia 29 de Janeiro.

Imagem da TCV

O caso que opõe o jurista Amadeu Oliveira e um colectivo de juízes do Supremo Tribunal de Justiça e de duas Comarcas Judiciais vai a julgamento. Neste processo-crime, o advogado foi constituído arguido e enfrenta uma lista de catorze acusações na sequência de uma conferência de imprensa proferida pelo mesmo na Cidade do Mindelo, no dia 19 de Outubro de 2017.

Nessa conferência de imprensa, o advogado revelou que existe um polvo mafioso instalado dentro do sistema judicial nacional que impede o desenvolvimento da justiça no país. Amadeu Oliveira assegurou que esta situação começa nas Comarcas e chega ao Supremo Tribunal da Justiça.

Acusações

O advogado Amadeu Oliveira denunciou haver uma “máfia instalada no sistema judicial”, acusando juízes do STJ de “introduzir falsidades em processos para pôr inocentes na cadeia e favorecer criminosos”. Estas acusações recaíram sobre os juízes do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) Benfeito Ramos, Sara Boal e Fátima Coronel, a quem acusa de “subscreverem acórdãos com inserção de falsidades para prejudicar e pôr inocentes na cadeia”.

Para além dos três juízes da secção criminal do Supremo Tribunal de Justiça, Amadeu Oliveira acusou os juízes Ary Santos, enquanto magistrado em exercício na Comarca do Sal e Afonso Delgado, da Comarca da Ribeira Grande, em Santo Antão, assim como a bastonária da Ordem dos Advogados, Sofia Oliveira de cometerem ilegalidades.

Julgamento

Preparado desde da primeira hora de que poderia vir a ter várias queixas-crime contra a sua pessoa por parte dos juízes após apresentar estas denúncias com acusações da prática dos crimes de denegação de justiça, inserção de falsidades e prevaricação de magistrados, o advogado Amadeu Oliveira acaba de ser notificado que irá sentar no banco dos réus do Tribunal da Comarca da Praia para ser julgado e apresentar a sua defesa por imputação da prática de crimes tais como, injúria, calúnia e difamação, instigação pública à prática de crime, de entre outras acusações.

O Radar News Online apurou que o jurista recebeu a notificação nesta terça-feira, 15 de Janeiro que o seu julgamento foi marcado para o dia 29 de Janeiro. Mas, o Radar News sabe que o Juízo Crime pode vir a ter que alterar a data do julgamento por motivos de ordem processual, caso for entendido que o arguido deve dispor de mais dias para analisar os meandros da acusação.

Mecanismos

O jurista enfrenta um manancial de acusações, que caso não forem provadas pelas instâncias judiciais poderá levar a sua absolvição. Porém, se o juiz entender que houve a prática dos supracitados crimes no rol de acusações, o advogado Amadeu Oliveira enfrenta molduras penais que podem valer a prisão efectiva, impedimento de exercício profissional de advocacia e pagamento de indemnizações superiores a três mil contos.

Fonte próxima a nosso blog, sublinhou que os ofendidos facultaram ao Ministério Público os materiais que entenderam ser meio de provas para sustentarem as suas acusações contra o causídico, e o MP com base no que apurou em instância de instrução solicitou o julgamento, uma decisão judicial aceite pelo Tribunal da Comarca da Praia, que tem agora em mãos um caso que promete fazer correr muita tinta com a esgrima de factos entre ofendidos e o acusado.

Defesa

Por seu lado, a nossa fonte refere que Amadeu Oliveira começou a analisar a acusação para contrapor os argumentos e fazer a sua defesa. De referir que aquando da conferência proferida em Mindelo, o jurista sublinhou que “confirmo ter afirmado tudo o que disse, pelo que espero que os visados tenham a coragem de apresentar queixas-crime contra a minha pessoa, e ser sujeito a um julgamento público para que as pessoas possam tirar as suas próprias ilações sobre as perversões do sistema judicial actualmente em vigor em Cabo Verde”.

O Radar News Online continuará atento a este julgamento, mais um a envolver o advogado Amadeu Oliveira, que em tempos revelou que quanto a este processo antevia “grandes dificuldades” na medida que espera “uma série de emperramentos, porém salientou estar ciente de como funciona o sistema e que deverá ser defensor em causa própria, e podendo contar com a colaboração de algum colega à luz do que sucedeu em outros processos.


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Segurança reforçada para arguidos do caso Perla Negra acusados de de tráfico de droga

Segundo as testemunhas da acusação “em Julho 2014, a PJ recebeu informações de que os arguidos se preparavam para receber um carregamento de droga do Brasil num veleiro de nome Epinício. No dia 15 Outubro, os espanhóis Carlos Ortega e Juan Fernández a bordo do veleiro saíram de Salvador da Baía rumo a Cabo Verde. Volvidos oito dias, José e Patrick deixaram o Brasil seguindo de avião para a Ilha de São Vicente. Enquanto Ariel e Xand Badiu faziam as suas diligências no país inclusivo com contactos um tal Olívio Freire”.

Video


 

Perla Negra: PJ e Ministério Público tentam provar que arguidos são traficantes de droga


Durante o julgamento, os inspectores da PJ que participaram do caso afirmaram que com instruções da Direcção Nacional fizeram uma excelente investigação que culminou na detenção de seis pessoas e na apreensão de 521kgs de cocaína.


Os elementos da Brigada de Investigação de Tráfico de Droga e Crime Organizado do Departamento Criminal da Polícia Judiciária de São Vicente revelaram ao Juiz Antero Tavares que no mês de Julho iniciaram as averiguações na sequência de uma denúncia que os arguidos, José Prats, Alexandre “Xand Badiu” Borges, Carlos Ortega, Juan Fernandez, Ariel Benitez e Patrick Komarow estavam a engendrar um esquema para fazer chegar a Cabo Verde um carregamento de droga.

Segundo as testemunhas da acusação “em Julho 2014, a PJ recebeu informações de que os arguidos se preparavam para receber um carregamento de droga do Brasil num veleiro de nome Epinício. No dia 15 Outubro, os espanhóis Carlos Ortega e Juan Fernández a bordo do veleiro saíram de Salvador da Baía rumo a Cabo Verde. Volvidos oito dias, José e Patrick deixaram o Brasil seguindo de avião para a Ilha de São Vicente. Enquanto Ariel e Xand Badiu faziam as suas diligências no país inclusivo com contactos um tal Olívio Freire”. 

Investigação

Os inspectores da PJ revelaram que durante a investigação o caso “Perla Negra” recebeu esse código por se tratar do nome de um bar na Praça Nova, Ilha de São Vicente onde os arguidos se reuniam durante o processo de preparação do transbordo da droga. Mas, asseguram que estes também chegaram de se encontrar no bar Monte Cara em Lazareto e na Marina do Mindelo, e em algumas áreas do centro da Cidade.

“Os quatro arguidos estando na Ilha de São Vicente durante o mês de Novembro 2014 se encontrarem a fim de realizarem diligências e consequente transbordo da droga que veio a acontecer na noite dia 5 Novembro, quando Juan e Carlos chegaram a ilha com o carregamento de droga a bordo do veleiro Epinício”.  

Detenção

Nessa noite por volta das 22h40 conforme as testemunhas as equipas de patrulha de PJ posicionaram na zona de Salamansa e arredores. O espanhol José Prats Vilallonga foi o primeiro a deixar o local do transbordo e no caminho de regresso a cidade foi detido e na sua posse tinha uma pistola 6.35, telemóveis e documentos.

Às 23h05 as duas viaturas que faziam o transporte da droga anexada em 19 bolsas saíram da zona de Salamansa. Volvidos cinco minutos os ocupantes foram apanhados de surpresa numa emboscada montada pela PJ. Ariel Benitez e Patrick Komarow foram detidos e na viatura onde seguiam foram encontrados três bolsas com 72 pacotes contendo cocaína pura. E, o empresário “Xand Badiu” trazia as restantes bolsas que continham 400 pacotes. Por sua vez, os tripulantes do veleiro seguiram de Salamansa na embarcação e às 00h50 foram detidos após atracarem na Marina do Mindelo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

ADECO realiza programa a dar voz aos direitos de pessoas com deficiência

Assista ao programa da ADECO do dia 27 Agosto com rubricas sobre os mais diversos temas. Direitos das pessoas com deficiência, alimentação saudável, informação e educação do consumidor, denúncia e pressão sobre autoridades são os temas tratados neste programa.



Temas abordos nesta edição:
  1. Rubrica “Na Defesa dos Direitos das Pessoas com deficiência motora em Cabo Verde” DJESSY DELGADO deficiente motora, residente da França, aponta barreiras e obstáculos encontradas no acesso a algumas instituições financeiras da Ilha de São Vicente;
  2. Dicas para refeições saudáveis – Adicione proteínas magras à sua refeição;
  3. Rubrica “A Palavra ao Cidadão” - 1ª Parte do tema os Direitos dos Consumidores com o Dr. ARSÉNIO DE PINA
  4. A DECO tem recebido reclamações de consumidores que denunciam que a Electra corta-lhes a eletricidade por não pagamento da fatura da água. A Jurista ENEIDA LOPESesclarece sobre a legalidade do corte de um serviço por incumprimento de um outro cobrado numa mesma fatura e disponibilizado pelo mesmo prestador de serviço.